2011-07-07

Ecoterrorismo: extravagância e violência para que radicais pareçam “moderados”

Sem Medo da Verdade
Boletim Eletrônico de Atualidades - N° 142 - 07/07/2011
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linhagrossa

 

Ecoterrorismo: extravagância e violência para que radicais pareçam “moderados”

Daniel Andreas San Diego, líder ambientalista radical, responsável por atentados com bomba às sedes da multinacional farmacêutica Chiron e da indústria de suplementos nutricionais Shaklee, na Califórnia, é um dos dez terroristas mais procurados pelo FBI.
É o que escrevem, em notícia reproduzida pela revista “Veja” (1º.06-11), o neurocientista Michael Conn, da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, e o escritor James Parker, autores de um livro sobre ecoterrorismo, segundo os quais San Diego não é um fanático isolado.

O pretexto para os atentados deveu-se ao fato de as duas companhias terem adotado os serviços da firma inglesa Huntingdon Life Sciences, que utiliza animais na pesquisa de produtos farmacêuticos, agrícolas, químicos e alimentícios.
San Diego – que se encontra foragido e é procurado pelo FBI em catorze países – integra a Brigada pela Liberação dos Animais, grupo ambientalista que pratica crimes violentos com o pretexto de impedir o uso de cobaias e de toda atitude que, segundo ele, possa prejudicar a natureza.
Essa organização e suas congêneres incendeiam carros de cientistas, incutem medo em suas famílias e vandalizam suas residências, pichando e quebrando janelas.
“Sofri uma tentativa de seqüestro, seguida de intimidações por carta e ameaças de agressão física”, disse Conn a “Veja”.
Conn usa cobaias para testar tratamentos contra doenças graves, como diabetes e Alzheimer.
Cerca de 12 milhões de americanos sobreviveram ao câncer graças às terapias testadas em animais. 75 dos 101 prêmios Nobel já conferidos em medicina resultaram de estudos feitos com animais.
O ecoterrorismo americano tem seus êmulos brasileiros.
Em 1997, a Frente pela Libertação dos Animais invadiu um laboratório em Santa Catarina e soltou oitenta macacos. Há três anos, o mesmo grupo destruiu uma sala do Instituto de Biociências da USP e jogou tinta numa professora que participava de um fórum em Campinas.
“Seus integrantes divulgam bobagens como a de que somos inimigos dos animais”, afirma a professora atacada, que pede para se manter no anonimato por receio de sofrer represálias. “Nossas pesquisas salvam muitas vidas”.
Embora não modifiquem o rumo geral das coisas, esses atentados fazem um jogo valiosíssimo para a ofensiva ambientalista. Com sua loucura extremada, eles permitem que outros grupos ambientalistas radicais possam se apresentar como moderados, para negociar favorecimentos e concessões dos poderes públicos.
Fonte: Verde a cor nova do comunismo

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