2011-02-06

A Revolução da Chinelagem Socialista

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A Revolução da Chinelagem Socialista

A melhor imagem da chinelagem egípcia é, sem dúvida, esta, abaixo:

Mas que não se pense que estou a falar da chinelagem popular, a revolução dos pobres, que foi reprimida pela cavalaria e a camelaria (isto existe?) egípcia em favor do governo atual. Não, a chinelagem é finória, disfarçada, e eletrônica. Me explico. Já percebi que a armação da revolução egípcia “espontânea” foi toda ela tecida de modo que parecesse à opinião pública que ela tinha sido uma revolução dos “jovens”, dos freqüentadores das redes sociais – o Facebook em especial. É tudo conversa fiada. Por trás dessa falsa espontaneidade estão o Partido Comunista do Egito e a Irmandade Islâmica, tradicionais inimigos do regime do autoritário Hosny Mubarak. Agora é que os egípcios ficarão sob o tacão de uma ditadura totalitária, e ainda atrasada e religiosa. Novamente se repete a farsa de se demonizar um regime autoritário para legitimar um regime totalitário que tem simpatias por ditaduras comunistas. Vemos isso no Brasil desde o governo FHC.

Depois de 2 semanas de manifestações, e com sinais seguros que o governo Mubarak não se sustenta mais, as até então “omissas” e “desinteressadas” instituições citadas, botaram as manguinhas de fora.

O Partido Comunista do Egito já se manifestou, e logo se postulará como candidato à sucessão “democrática” do regime de Mubarak.

A hora da verdade está próxima e o momento decisivo chegou quando o povo egípcio pronunciou sua palavra final reafirmando a necessidade de derrubar Mubarak e mudar seu regime. Parece que o regime de tirania está vivendo seus últimos momentos, especialmente porque os amos norte-americanos o abandonaram como consequência da revolução em marcha do povo e de sua escalada por toda parte no Egito” (parte do pronunciamento do PC do Egito).

Este é o discurso comunista padrão como se lê no site esquerdista chinelão Opera Mundi. O PC ataca os Estados Unidos, mentindo que Obama é seu adversário. E fala em nome do povo.

A centelha de revoltas “espontâneas” de facções fundamentalistas, apoiadas pelo Hamas e o Hesbolah, não foi produzida pelas redes sociais, a não ser que elas sejam chamadas pelo seu nome verdadeiro: redes socialistas de comunicação e desinformação. Hoje o coletivismo stalinista é eletrônico e politicamente correto. Quem entender isso verá que um mínimo de sangue é necessário para desencadear ondas de protestos onde, e somente onde, os fundamentalistas terroristas não estão no poder. Em outro momento posso ampliar o que está por trás das “redes sociais”. Por ora basta dizer que essa onda moderna de total visibilidade e comunicabilidade é uma forma disfarçada de coletivismo. Tais redes sociais estimulam o share (o compartilhamento); a “comunidade” (a gemmeinschaft) de Marx contra a gesselschaft (a sociedade mais ampla e diversa). A onda agora é comunhão de atitudes, a padronização das ações, e a uniformidade final, ou seja, tudo aquilo que é mais facilmente controlável por governos cada vez mais centralizadores de poder, até o limite da entrega de todos à Nova Ordem Mundial. E o povão, especialmente o mais jovem, navega nessa maionese azeda das ditaduras maquiadas. Isso é o que é Orkut, Facebook, Twitter, Ping, e outros nomes chiques e eletrônicos da mesma e velha safadeza. Imagens com esta abaixo ajudaram a compor o perfil da revolução dos "jovens moderninhos", como este que promete proteger os "caros turistas".

De volta ao Egito, ressalta o papel do governicho do Barack Hussein Obama, agente da transformação islâmica internacional, atualmente no cargo de presidente dos Estados Unidos. Barack, um chinelão viado, que nem americano é, conseguiu enganar um país inteiro, mas não teria sucesso se antes o caminho não estivesse pavimentado por várias décadas de socialismo universitário e midiático. A própria Nova Ordem Mundial, que não tem cor, e não está nem aí para o socialismo, o capitalismo, ou qualquer autoritarismo, colocou Barack Obama no poder nos Estados Unidos, como antes tinha colocado  o Mubarak no poder no Egito. Agora a chinelagem socialista chegou ao Egito e Obama cumpre seu papel patético. Pobre Egito. Pobres 82 milhões de egípcios – se a coisa estava ruim, agora vai piorar com a chinelagem socialista islâmica.
Os comunistas egípcios e internacionais nunca perdoaram a derrocada do regime pró-Moscou de Gamal Abdel Nasser.

Gamal Abdel Nasser e Nikita Kruschev

Tampouco os fundamentalistas islâmicos: assassinaram Anwar el Sadat (à esquerda na foto) que negociou a paz com Israel.

Hosny Mubarak sucedeu Sadat e evitou que o Egito se transformasse totalmente em um fantoche russo.
Mas o braço do comunismo é longo e protegido pelos novos ventos da Nova Ordem Mundial que agora sopram em favor das revoluções socialistas.
Chegou a vingança da chinelagem comunista que usa de todos os meios para derrubar seu inimigo mais bem sucedido. Mas isso o Twitter não pia, ou o Facebook mostra o perfil, e os panfletos eletrônicos da mídia divulgam.

 

http://charleslondon.blogspot.com/2011/02/revolucao-da-chinelagem-socialista.html?showComment=1296973543837#c4893651030274330530

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