2011-02-01

No blog de esterco de Paulo Henrique Amorim. . .

Terça-feira, Fevereiro 01, 2011

No blog de esterco de Paulo Henrique Amorim. . .

Estou começando a gostar de citar as pérolas da mídia vendida petista. Paulo Henrique Amorim, um jornalista que não vale nem mesmo como esterco pra planta em cemitério, fala chavões dignos de DCE acadêmico, em seu site chamado “Conversa Afiada” (se bem que deveria ser batizado de “conversa fiada”). Um deles me chamou atenção: “Secretário de Justiça associa Ali Kamel ao racismo”. O secretário supracitado é um tal Almiro Sena, que é também promotor público. Atualmente, com a expansão do ativismo político no judiciário, a promotoria está virando uma espécie de Tcheka, a polícia política da época de Lênin, cuja função era policiar comportamentos, idéias e declarações, através de medidas administrativas e eliminar os recalcitrantes. Não é assim que age o Ministério Público, na mão desses notórios promotores do direito achado no lixo? Decretam portarias administrativas para controlar nossos hábitos alimentares e até opiniões. Não foi a partir do Ministério Público, que aqui no Pará o cidadão médio foi proibido de comer patas de caranguejo? Não foi a partir dos tchekistas promotores que se está produzindo uma legislação informal anti-homofobia, sem que a lei nem mesmo exista? A Nulla Poena sine lege (não há pena sem lei anterior estabelecida) parece ameaçada na jurisdição deste país. Ao invés de botar bandidos na cadeia, o MP está preocupado em decretar bom mocismo politicamente correto para nós. Ou na prática, impor uma ideologia qualquer. . .

Ao que parece, a obra esplendida do jornalista Ali Kamel, “Não somos racistas”, parece incomodar aos adeptos racistas e nazistinhas do movimento negro e adjacências. Através de dados e estatísticas concretas, além de abordagens históricas corretas, Kamel demonstra que o “racismo” no Brasil, muito antes de existir, está sendo fabricado justamente pelos grupos raciais negros, que exigem cotas e imposições de racialidade na população brasileira. A obra é simples, mas séria.

No entanto, falar de seriedade para os larápios que hoje sugam o Erário Público com a política nazista das cotas raciais chega a ser uma afronta. Os mentirosos se alimentam de sua própria loucura. E precisam de prostitutas jornalísticas como Paulo Henrique Amorim, para espalhar suas mentiras. Mas, cabe fazer os seguintes comentários ao texto publicado no site da conversa fiada:

“Na sociedade racista brasileira o normal é ser branco.”

Conde- Uma estatística do IBGE, em interessante pesquisa, analisou como a população brasileira se definia racialmente e revelou uma surpresa: encontrou cerca de duzentas descrições diferentes para a cor da pele, que variavam de branco, passando por termos curiosos, como “chocolate”, “jambo”, marronzinho”, etc. Como uma população mestiça e que e se descreve de forma tão complexa e difusa pode achar que o “normal” é ser branco? Salvo, é claro, na vigarice dos Srs. Almiro Sena e Paulo Henrique Amorim, o último, que não passa de uma espécie de sucursal do Pravda petista do jornalismo petista. . .ou seria melhor, privada?

“Almiro Sena é o novo Secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia.”

Conde- Quem tiver agendinha gay sectária, feminista raivosa ou da negritude nazista, já tem carguinho público neste país. Nunca-neste-paiz. . .

Sena é Promotor de Justiça do Ministerio Público da Bahia e Coordenador do Grupo e Atuação especial de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa no MP da Bahia.

Conde- Meeedo! A promotoria está cheio desses Tchekistas, prontos para policiar nossos pensamentos, idéias e preconceitos, em nome dos pensamentos, preconceitos e idéias eles.

Ele é provavelmente o primeiro Secretário de Governo no Brasil fiel da religião umbandista.

Conde- O Brasil está realmente decadente: o promotor, além de seguir agendinha politicamente correta, é o secretário do terreiro de macumba?



Saravá, governador Jacques Wagner!

Conde- O socialista beijoqueiro e bebum de carnaval de Salvador, aliado do promotor-secretário-tchekista do terreiro de macumba.

Sena é autor do livro “A Cor da Pele”, do Instituto Memória Editora.

A epígrafe do livro é “na sociedade racista brasileira o normal é ser branco.”

Conde- Claro, claro, o país tem formas confusas de descrições da cor da pele e o “normal” é ser branco. O país é esmagadoramente mestiço, porém, os arautos do nazismo negro querem criar escolas, bairros, universidades e leis exclusivas para negros, como figuras especiais e vítimas da maldade do homem branco. Na verdade, a militância negras quer que a "negritude" seja norma. Ainda me lembro de Hitler: os Zés Ninguéns “arianos” da Alemanha se achavam vítimas dos judeus. Deu no que deu. . .

Este ansioso blogueiro recomenda especialmente o capítulo “A negação do racismo como discurso eficiente para sua disseminação”.

Conde- Vamos ver se entendi a lógica: se eu me relaciono com mulheres negras ou índias, tenho amigos negros e minha família é mestiça, quer dizer que vou deixar de crer nos meus próprios olhos e na minha própria existência para aderir à agendinha do tchekista secretário de justiça e “direito dos manos”, de que a negação do racismo é racista? A lógica é esquizofrênica e desonesta. Se você afirmar que o Brasil não é racista e provar que a propaganda racialista negra no Brasil é pura falsificação, logo, no fundo, você é racista, porque não adere à lógica politicamente correta do macumbeiro-promotor-secretário. Entenderam a vigarice?

Ali, Sena examina célula por célula a “obra” de autor de um trabalho sub-científico de titulo “Nós (nós, quem ? – PHA) não somos racistas”.

Conde- O país ignora bairros segregados, ignora escolas separadas por raças, ignora, inclusive, a idéia da raça, um aspecto essencial de qualquer doutrina racista. Logo, não somos racistas, salvo os nazistinhas do Ministério da Igualdade Racial e o secretário macumbeiro de direitos dos manos, onde algumas raças são mais iguais do que outras.

Sena também examina um outro sub-cientista de sobrenome Magnoli.

Conde- Paulo Henrique Amorim é também sub-jornalista. . .



Sobre Kamel, diz Sena: “… o discurso da negação termina por reforçar a existência do racismo, pois além de obstar a sua desconstrução ideológica entre o grupo discriminador, tem o efeito, peculiarmente perverso, de dificultar, mais ainda a conquista da igualdade material por parte do grupo discriminado, já que contesta qualquer medida concreta de redução de desigualdade entre ambos.

Conde-Primeiramente, por que um grupo racista teria vergonha de demonstrar o racismo? Por que o racismo seria conciliador entre as raças? Por que o racismo defenderia a mestiçagem racial, como, de fato, a maioria dos que negam o racismo percebem esse detalhe comum da sociedade brasileira para negá-lo? Mas na cabecinha do tchekista macumbeiro, negar o racismo é perpetuar a construção ideológica de um “grupo”. E qual seria esse grupo? A dos brancos malvados, que conspiram para que os negros estejam sempre na miséria. Em outras palavras, os brancos, pelo fato de terem uma cor mais clarinha, são culpados da miséria dos negros. Entenderam a lógica racista e de ódio implícita na cabecinha do tchekista-promotor-macumbeiro dos direitos dos manos?

Ademais, novamente, avilta à dignidade dos que são historicamente ofendidos pelo racismo, transformando-os , aos olhos dos incautos, nos ‘verdadeiros racistas’.

Conde-Eu não sei que “história” se refere o famigerado promotor-secretário-macumbeiro. Porém, a história real é a de que os negros, índios e brancos convivem pacificamente, casam-se entre si, procriam filhos mestiços e é relativamente comum pessoas claras serem primas ou irmãs de pessoas de pele escura. De fato, eu não vivo na história fictícia do Sr. Almiro Sena. O meu Brasil é bem diferente do dele. Também pudera. O rapazote segue toda a cartilha racista do afirmative action norte-americano, decerto que nunca entenderá o país real, salvo nas suas cartilhas ideológicas imaginárias.

Como se sabe, Kamel, o mais poderoso diretor de jornalismo da História da Globo, se vale do púlpito das Organizações (?) Globo para combater as cotas nas universidades, com a obstinação de um cruzado.

Conde- O vendido Paulo Henrique Amorim faz alarde ao carguinho de ali Kamel, como se a Rede Globo fosse contrária à agenda politicamente correta do PNDH-3. Qual poder tem Ali Kamel contra isso que não vi? A Rede globo que vejo é fiel defensora da cartilha gay, da cartilha das cotas raciais, da cartilha do desarmamento e o nosso jornalistinha de trinta moedas de Judas nos diz que Ali Kamel influencia alguma coisa nesse editorial de emissora? Tudo o que vejo é apenas um livrinho que o mesmo escreveu e nada mais. Bem argumentado, suscinto, a despeito das falhas visíveis do pensamento do diretor de jornalismo em todo o resto, principalmente na programação do Jornal Nacional, que convém dizer, é um lixo.



Sena, porém, não escreveu o livro para combater Kamel.

Ele tem mais com que se preocupar.

Conde- Ortega Y Gasset dizia que uma caridade ao público é não publicar livros supérfluos. Mas quem disse que Paulo Henrique Amorim e o Sr. Almiro Sena leram a obra do genial filosofo espanhol?

E demonstra com um zelo profissional irreparável como, por exemplo, a ideologia da “eugenia” e sua derivação “eugenia social” se impôs ao pensamento conservador brasileiro.

Conde- Por falar em “eugenia”, criaturas maravilhosas como o Sr. Almiro foram responsáveis pela criação de uma burocracia especializada na Unb, para definir racialmente, através de descrições fenotípicas, quem era ou não era “negro” nas provas de vestibular da universidade. São estas criaturas que ressuscitam e fortalecem antigos conceitos de eugenia esquecidos e abandonados do começo do século XX. E só para lembrar: os nossos militantes anti-racistas já tentaram, inclusive, criar um “estatuto da raça”, tudo para impor, goela abaixo, noções racialistas inexistentes na própria população. E depois esse notório palerma imputa aos “conservadores” o que é pura cria sua? Que vigarice!

Sena desconstrói o sub-argumento (Kamel é um dos usuários) conservador de que depois da Abolição não houve obstáculos legais à ascensão do negro.
Papo furado.

Conde- Não houve mesmo. Tanto é verdade que hoje se vê uma classe média negra e a tendência é a melhora social deles, a despeito das cotas, que os rebaixam como incapazes mentalmente.

Mostra o autor no capítulo “A condescendência da legislação brasileira com o racismo”.

Conde- O Brasil é um dos poucos países do mundo onde há punição legal para o racismo. Nos Eua, substancialmente, racismo é um problema individual de cada um. Ninguém lá acha que deve ser obrigado a aceitar uma pessoa de cor diferente. Aqui é crime. E convém dizer, não chegamos nem perto do racismo norte-americano e tampouco do racismo europeu. Todavia, se depender de macumbeiros tchekistas como o Sr. Almiro, em pouco tempo, uma comunidade que viveu pacificamente e sempre conviveu como igual entre si agora vai se olhar por estereótipos raciais criados por engenheiros sociais canalhas e patifes como ele. O indivíduo não verá outro amigo, mas sim uma “raça”, já que o Estado está estatizando esse conceito em suas esferas públicas.

Sena não poupa nem o genio do Padre Vieira.

Conde-Se o Sena valesse alguma coisa de gênio! Que dirá do caráter do jornalista, que não vale nem a moeda de troca que é pago, com dinheiro do contribuinte?

Racista, mas genial.

Conde-Aqui entre nós, melhor ser racista genial, do que não ser racista, não ser gênio, mas apenas um ser mentiroso, além de safado vendido.

Kamel é de outra grei.

Conde-Paulo Henrique Amorim é da grei petista. Realmente jamais pertenceria a grei de Kamel. Que dirá do Padre Vieira?

http://cavaleiroconde.blogspot.com/2011/02/no-blog-de-esterco-de-paulo-henrique.html

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