2011-02-10

Conde Loppeux de la Villanueva explica porque não há estado palestino

Meu grande amigo e aliado, o Conde Loppeux de la Villanueva, faz análise resumida e definitiva sobre os conflitos entre Israel e os Trasnjordanianos, na regiao da outrora Judeia, mais conhecida por palestina
Abaixo o Conde comenta o video do debate que lhe enviei:
* a grande amiga sou eu

Mulheres da burka mental - Parte I

Uma grande amiga da internet me mostra um debate a respeito do conflito árabe-israelense, patrocinado pelo jornal Folha de São Paulo. Dentre os participantes, chamou-me a atenção o posicionamento ideológico das duas mulheres debatedoras. Os regimes islâmicos, em geral, não são nada caridosos com elas. Alguns países admitem a extirpação do clitóris das moças; outros impõem a burka e surram as mulheres que buscam trabalho ou estudo; e em países como o Irã, o testemunho da mulher vale menos do que um homem (para não dizer que não vale absolutamente nada). Um debatedor da mesa, um português muito perspicaz, respondeu às mulheres da mesa que só a democracia ocidental permite que elas tenham essa participação nos assuntos públicos. E desafiou a todo mundo qual país islâmico existe mulheres na política. Eu poderia recordar o nome de Benazir Bhutto, duas vezes primeira-ministra do Paquistão e primeira (e única) mulher a ocupar um cargo de chefia de governo de um país islâmico. Ah, ela foi assassinada pelos radicais de sua religião!

Uma delas se chama Bernadete Abrão e seu currículo é o de professora de filosofia. Medo! Desde que Marilena Chauí virou referência para a filosofia no Brasil, eu costumo desconfiar desse tipo de ensino no Brasil. De fato, ela tem artigos em defesa da causa palestina, principalmente na página do vermelho, o portal do Partido Comunista do Brasil. Não sinto medo, mas pavor! A filósofa escreve num site stalinista! E ela defende a causa palestina em nome dos Direitos Humanos. O problema é o discurso seletivo dela quando a questão são os “direitos”. Ela começa o debate falando de sua fazenda no interior de São Paulo. Sua voz é melíflua, lânguida, fanhosa, para escamotear um temperamento genioso e explosivo. Isso não é problema: Stálin tinha uma voz melíflua, fanhosa e lânguida e matou umas dezenas de milhões de pessoas. Era uma senhora cheia de tiques nervosos e caretas. E faz uma falsa analogia: compara a colonização judaica na Palestina com a tomada de sua própria fazendinha. Fala das “gangues terroristas sionistas” que atacavam as aldeias árabes, desde o início do século XX! E depois chega a conclusão da ilegitimidade do Estado judeu. Seu discurso é um retrato fiel da aliança com a esquerda e o islamismo radical ao extremo. Até aí nada de novo. O que me assustou é que dona Bernadete, que provavelmente não deve ser islâmica, parece mais radical do que qualquer fundamentalista islâmico. É pior, embora ela se autodenomine “anti-sionista”,na prática, corrobora com todo o discurso de ódio anti-judaico dos grupos anti-semitas. Jean François Revel, no âmago de seu sarcasmo, dizia que o anti-sionismo era o tapa-sexo do anti-semita moderno. O que me surpreendeu naquela vozinha falsamente docicada, fanhosa, não foi o ódio anti-judeu ou o apoio patético ao terrorismo islâmico. Foram simplesmente as mentiras históricas e políticas que Dona Bernadete afirmou para aquele público.

Primeiramente, a colonização judaica na Palestina foi pacífica. Ela começou quando as associações judaicas compraram terras dos árabes, com o consentimento destes. Inclusive, a proposta do fundador do sionismo era bastante pacífica. Uma boa parte do espaço judeu que hoje se chama Israel foi todo pago aos árabes. Até então, os árabes jamais conflitaram com a presença judaica na região. Dona Bernadete falsifica a história quando na sua exposição chama a Palestina de “pátria”. Nunca houve uma pátria árabe-palestina, mas sim o Império Turco, com suas várias etnias e religiões dentro de seu domínio. Os judeus, ao comprarem terras dos árabes e as negociarem com o Império Turco, tinham perfeita intenção de criar um país, com total conhecimento dos árabes e dos turcos. Nos anos 20, o Império Turco se tornou um protetorado da Inglaterra. Nesta época, havia uma possibilidade de se criar uma nação que envolvesse árabes e judeus num mesmo país. Todavia, quem destruiu essa possibilidade foi o radicalismo extremo do mufti de Jerusalém, que ao incentivar o saque das colônias judaicas, não somente hostilizava os judeus, como também mandava matar os próprios árabes simpáticos aos judeus. Claro que esses detalhes tão importantes não estão na cartilha histórica da Dona Bernadete. Na lógica dela, faseada para o público, havia uma nação árabe que foi usurpada pelos judeus (ainda que nesta mesma terra também houvesse judeus e cristãos nascidos lá). O Império Turco e o protetorado britânico sumiram do mapa.

Mas Bernadete vai mais além. Ela diz que aceitar o “sionismo” é aceitar o pacote completo de reações do exército israelense contra a população árabe. A argumentação parte da desonestidade intelectual para a mitomania. Em outras palavras, ela nos apronta uma armadilha retórica: apoiar a existência do Estado judeu é apoiar a violência contra árabes, como se uma coisa tivesse relação com outra. No geral, Bernadete dá o recado: não apoie o Estado judeu, não apoie o direito ao lar nacional judaico. Apoie sim a sua destruição pelos terroristas islâmicos. Ela ainda nos diz: Israel era ilegítima, porque a população não estava de acordo.
A pergunta que fica no ar é: qual população? A população judaica? A população árabe? Por acaso os árabes, em 1947, estavam de acordo com o protetorado inglês? Ela não especifica, fica no jogo da panfletagem e da desinformação. Mas ela diz: Israel nasceu ilegalmente, porque foi feito através de lobbies políticos judeus na ONU. Então toda a legislação de nosso país é ilegal, porque no Congresso Nacional há lobbies políticos pressionando deputados e senadores a criarem leis. Bernadete ainda diz que os judeus compravam votos da ONU e ameaçavam parar de vender produtos para outros países, a partir dos Eua.

Ao menos, a senhora do tique nervoso deveria saber que o próprio governo americano boicotou qualquer tipo de remessa de dinheiro e armas a Israel, na guerra de 1948. Que Israel é produto da União Soviética, em particular, do camarada Stálin, que mandou armas aos judeus, através da Alemanha Oriental e da Tchecoslováquia. Mas Bernadete, como toda esquerdista miolo mole, acha que Israel é uma invenção da geopolítica norte-americana! E ela diz que tem muito respeito e solidariedade aos judeus! Que comovente!
Bernadete não se cansa de inventar tolices na sua paranóia anti-israelense Ela diz que em 2007, uma pesquisa da opinião pública européia revelou que 70% dos europeus acham que Israel, por ser “sionista”, é um perigo para o mundo. Ela não especifica qual “opinião pública”. E o que uma maioria européia ignorante pode provar, afirmando algo tão absurdo e fora de propósito? A ladainha do perigo judeu para o mundo prova menos a invalidade do sionismo do que a alienação dos europeus para com os problemas do islamismo na Europa, comungada com o velho anti-semitismo. Os mesmos europeus que odeiam os islâmicos como vizinhos são também os mesmos que odeiam os judeus que têm vizinhos islâmicos. Como se a opinião pública européia, fortemente antiamericana e pró-islâmica, ao menos, no caso árabe-israelense, fosse alguma coisa séria! E ela acha que o rebanho europeu odiento dos judeus já diz tudo! Só que ela não especifica que ameaça os judeus representam ao mundo. Bernadete é esse tipo de debatedor cheio de frases feitas, parciais, cujas palavras de efeito não querem dizer absolutamente nada. Querem sim, manipular seus ouvintes. E ela reitera, soltando mais outra careta e esbugalhando os olhos: - Eu não sou anti-semita, eu sou anti-sionista!!”. E ainda termina: - sou anti-sionista e serei até a morte!”. Quando ouvi essas palavras, pensei seriamente que ela colocaria uma bomba sobre o corpo e detonaria o artefato dentro da Hebraica de São Paulo.


Mas o leitor ainda não foi surpreendido com a pérola da mulherzinha do tique nervoso: ela defende as declarações anti-semitas do ditador do Irã Armadinejad sobre o holocausto. E neste ponto ela mente e relativiza de forma cínica as declarações do fanático iraniano. O premiê daquele país declarou abertamente que o holocausto nazista era uma fraude. O problema não é só esse. Armadinejad diz abertamente que quer destruir o Estado judeu. Neste caso, o holocausto não é apenas um expediente retórico, mas uma intenção, uma prática. Ele não fala em acabar politicamente com a existência de um país. Declara sim, abertamente matar todos os habitantes, judeus e árabes, daquele estado, através de armas nucleares. Ou nas suas palavras, riscar, apagar, aniquilar a “entidade sionista” do mapa.


Neste ponto, Bernadete Abrão virou uma espécie de revisionista histórica do holocausto (e por que não, revisionista das loucuras do governo iraniano?). Disse que a história dos massacres de judeus por nazistas deveria ser revisto. E por quê? Ela diz que não só judeus foram mortos: ciganos, homossexuais e demais povos também foram. O problema é que o Sr. Armadinejad não está preocupado com o sofrimento dos que morreram no holocausto ou com a verdade história, mas sim faz essas declarações para desmoralizar os judeus, no intento de matar os descendentes dessa mesma tragédia em Israel.


E a professorinha pernóstica acrescenta: a história do holocausto foi contada apenas pelos judeus. Logo, a história atual está sendo recontada. E quem está a recontando, atualmente, tal como ela diz? Os pró-nazistas europeus, naturalmente. A professora de filosofia perdeu o direito de ficar calada, porque demonstra ser uma completa ignorante sobre o assunto nazismo e sua bibliografia. Na verdade, Bernadete Abrão é ignorante até mesmo da história de Israel, já que ela não sabe nem mesmo a origem do termo “Palestina”, que ela utiliza a granel, como se fosse um país estabelecido. Um termo criado pelos romanos e que só foi reinventado como identidade nacional pelos árabes na segunda metade do século XX. Será que Dona Bernadete não sabe a diferença conceitual entre um país e uma região?


O mais espantoso é que seu discurso é capcioso e lembra a retórica dos livros revisionistas de tendência pró-nazista. Que associações judaicas e sionistas possam explorar o elemento do holocausto, isso é abertamente verdadeiro. Há um apelo desonesto sobre esse tema e uma exacerbação dos crimes nazistas, como se ele fossem “únicos”, “incomparáveis”, “indescritíveis” na história humana. Na verdade, para um estudioso de história como eu, o século XX é cheio desses massacres e genocídios. Os judeus não são os únicos privilegiados dessa lista, embora fossem uma das vítimas mais massacradas. Tampouco considero o holocausto como um dogma acima de qualquer questionamento. Como qualquer evento histórico do mundo, suas interpretações podem ser refeitas, analisadas ou até refutadas. A tentativa de dogmatizar o holocausto da parte de judeus é um enorme desserviço à memória histórica do genocídio. Entretanto, o problema de Dona Bernadete, como de Armadinejad e demais revisionistas, é de honestidade intelectual. Neste ponto, é factível afirmar, sem alarde, que são todos embusteiros, vigaristas e charlatães.


O Bispo católico Wiliamson, da Fraternidade São Pio X, quando falou aquela bobagem relativizando o holocausto, foi massacrado por associações judaicas e pela própria mídia, inclusive, sofrendo boicotes e perseguições. Ao menos, ele não usou o tapa-sexo sionista para falar o que acreditava a respeito do assunto. Nem creio que o Sr. Bispo fosse anti-semita. A repulsa de um católico conservador aos judeus pode ter origens mais teológicas do que raciais ou políticas, embora haja católicos estúpidos que defendem as ladainhas islâmicas contra Israel. O problema dele mesmo, para a opinião pública, era ser católico, o que o torna absolutamente antipático.


No entanto, Bernadete tem uma desculpa eum privilégio que a absolve: é esquerdista. E como a esquerda é fiel aliada do Islã em tem enorme poder sobre a mídia e a cultura, ela pode falar as asneiras que quiser, que não será acusada de anti-semitismo. Ela pode odiar os judeus sem chamar atenção, alardeando seu “anti-sionismo” e seu revisionismo histórico. E como ela diz que a história dos crimes nazistas foi contada pelos “sionistas”, logo, quem ela busca para seu respaldo histórico? O ditador delinquente do Irã Armadinejad e os demais arautos do terrorismo árabe. E ela diz: - Eu concordo plenamente com o Armadinejad! Esse pessoal dos Direitos Humanos da vida não engana ninguém. Que coisa mais chinfrim!


Depois de defender pateticamente as declarações mentirosas do regime dos aiatolás, Bernadete, histriônica e fazendo mais e mais caretas, além de morder os lábios, solta outra pérola: - Israel é um Estado teocrático e terrorista! Quando eu escutei isso, gritei um palavrão! Convenci-me de que a mulher é imbecil mesmo! Ela ainda acrescenta que todos os Estados do oriente médio são teocráticos. Ou seja, Israel, que é um Estado abertamente laico, democrático, onde há eleições livres, liberdade de expressão, de consciência, liberdade religiosa , garante igualdade civil às mulheres e é uma democracia ocidentalizada, é “teocrático”, tal como o Irã, a Arábia Saudita e demais países islâmicos que aplicam “ipsis litteris” a sharia corânica em todos os aspectos da vida social e perseguem e hostilizam minorias religiosas. Será que a professora estúpida ignora que o Estado de Israel foi fundado por judeus socialistas e laicistas, dentre os quais alguns ateus?


Dona Bernadete não sabe o que é um Estado teocrático. Não sabe o que é um Estado terrorista (o Irã, que ele morre de amores, é assumidamente um), não conhece a história do povo judeu e de Israel e tampouco a do holocausto. Ela não sabe nem mesmo o que é um Estado democrático laico. A fonte fidedigna para falar de nazismo e do massacre de judeus é do lunático iraniano Armadinejad e alguns revisionistas históricos, nazistas em sua maioria. E essa esquizóide ainda fala de direitos humanos, defendendo as abjetas causas islâmicas? Se eu não visse Dona Bernadete num vídeo e só ouvisse seu discurso, juraria que ela seria capaz de usar uma burka ou um shador. Ou citaria palavras do Corão. O problema é que a burka usada por ela não é visível. Porque é uma burka mental!


6 comentários:

Baby Siqueira Abrão disse...

Sim, a Luz emana de sua cabecinha preconceituosa e de sua retórica falaciosa, baseada na mitologia sionista. Mais: sou semita, por descender de árabes. O sionismo, como afirmei, não roubou só a PALESTINA e o povo que ali habitava. Roubou o conceito de semita. Tia Cê, vá estudar história em vez de repetir o jargão sionista. Aí talvez possamos conversar a sério.
Bernadette Siqueira Abrão

Tia Cê, a Luz emana de mim disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tia Cê, a Luz emana de mim disse...

Assita isso aqui, mulherzinha:

http://www.youtube.com/watch?v=d51poygEXYU&feature=player_embedded

Marie disse...

Aê Tia Cê!
quero ver a Baby agora...
Prova, sua louca aliada de nazista, que existiu alguma fucking palestina!!!?!

lógico que correu... e se enfiou embaixo da burka da mamãezinha dela! ahauahauahauahau

Viva o direito dos Israelensens de existirem! E que Deus nos proteja de Satã e seus seguidores!

Tia Cê, a Luz emana de mim disse...

Remover mensagemCelina Vieira
‎"O interessante é que ela (Bernadette) começa com um apelo, no qual afirma que irá contar uma experiência pessoal. Na verdade, acaba inventando uma situação carregada de um sentimentalismo barato e medíocre, numa situação hipotética na qual retornaria para sua bela chácara, e a encontraria tomada por parentes que afirmariam ter um di...reito histórico ao local.

Então ela pede para imaginarmos que por aquele local cruelmente arrancado dela passaram seus antepassados, seus pais, seus avós, que muito lhe custou para comprar e arrumar o local (retirado dela hipoteticamente, embora tenha afirmado que iria falar de uma experiência pessoal, que no fim das contas acaba por ser a fértil imaginação dela enquanto dirige seu carro de volta para sua bela chácara).

Fecha falando de toda uma tradição que torna ela quem ela é hoje, incluída naquela bela chácara. E que ao voltar para casa não teria nada mais disso pois alguém a teria tomado na sua fantasia.
Aí vem o esgoto que a Celina despejou para nós: “É isso que acontece na palestina...”

Começa então o desfile de termos como: gangues terroristas de sionistas vindos da Europa, propaganda anti-árabe nas escolas, crianças palestinas presas longe de suas famílias, o perigo do sionismo, a ilegitimidade da formação do Estado de Israel, ação sionista na ONU e por parte dos EUA.

No fim a vaselina: tenho muita solidariedade pelos judeus, e judeus não são a mesma coisa que sionistas...

Vamos a uma curta análise. Curta, pois só aqui teríamos material para muitas páginas...

Iniciando, já podemos falar de manipulação semântica, ao usar termos como gangues terroristas, propaganda anti-árabe (ao falar sobre livros de matemática com desenhos de helicópteros e tanques de guerra), formação ilegítima, lobby, etc. Tudo tentando evocar uma imagem de um governo maquiavélico e manipulador que merece condenação.

Invariavelmente, o que ela prossegue fazendo é a colocação de um rótulo odioso, ou de uma percepção odiosa sobre o movimento sionista e qualquer um que o defende.

Mas a apelação emocional foi realmente surpreendente. Ela afirma que irá relatar uma experiência pessoal. Claro que com isso tenta angariar certa simpatia e valor para seu relato, que não passa de uma fábula imaginada dentro de sua confortável vida. Mas isso é detalhe. Como uma atriz de novela mexicana (ou roteirista de novela mexicana), ela fala das terríveis experiências que ela não teve, mas que possivelmente teria se tudo acontecesse com ela.

Para responder, um rápido estratagema “erístico”...

Retorsio argumenti! Toda a singela história que ela conta pode justamente ser contada por um judeu tentando ganhar a simpatia do público! Veja bem: eles moravam lá, e de repente foram expulsos. Toda a tradição, os costumes, o orgulho nacional, a religião, tudo que eles celebravam “se acabou”... Quando um discurso cabe para os dois lados, qual a validade do mesmo?

Isso sem falar no uso de fontes dúbias, repudiadas pelos outros debatedores mais informados que ela. Mas que para ela valem pela revolta que despertam em seu íntimo!

E a vaselina no final é só para mostrar como ela é uma pessoa super legal e politicamente correta, amiguinha dos judeus de todo o planeta Terra!

Concluindo: indicá-la-ia para trabalhar como personagem coadjuvante de um dramalhão mexicano do SBT... Na falta de outra pessoa um pouquinho melhor."

Hélio Angotti NetoVer mais

Tia Cê, a Luz emana de mim disse...

É isso aí MARIE, a louca correu, vazou, enfoiu-se na burka de down mental. Como essa mulher se atreve em falar em história? Marxista vagabunda aliada de naziISLAMICA , isso sim