2010-06-02

O babuíno de Madame Blavatsky (Madame Blavatsky’s baboon)

052019

O babuíno de Madame Blavatsky (Madame Blavatsky’s baboon)


Peter Washington
Ensaio   462 páginas
Tradução de Antonio Machado
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 8501052019

Antes da virada do século, a renegada aristocrata russa Helena Petrovna Blavatsky, conhecida simplesmente como Madame Blavatsky, aportou na América com uma nova teoria: o homem não descendia do macaco, mas sim de seres elevados espiritualmente. Em O BABUÍNO DE MADAME BLAVATSKY, Peter Washington conta a história desta excêntrica mulher e faz um estudo bem-humorado dos ideais religiosos, através dos anos até os dias de hoje.

Washington consegue capturar a essência de Madame Blavatsky, que plantou a semente da Teosofia e, junto com Henry Steel Olcott, fundou a Sociedade Teosófica, catalisando o surgimento de uma série de congregações religioso-filosóficas por toda América, Inglaterra e Europa. Com competência, ele mostra que a ‘nova moda’ logo influenciaria gurus e nomes famosos do meio literário, como Oscar Wilde, Yeats e Shaw, transformando-se em uma verdadeira febre intelectual.

O autor também aborda, em O BABUÍNO DE MADAME BLAVATSKY, a dificuldade de Olcott e Blavatsky em se aterem aos ideais teosóficos. Narrado em terceira pessoa, o livro é mais que uma história divertida e bem escrita sobre o nascimento de uma idéia. É uma parábola sobre o progresso de uma religião — desde a pureza do conceito até a criação de todo seu cerimonial. Washington aproveita para traçar, ainda, a ascensão e queda dos pensadores ocidentais, que buscaram no oriente uma nova forma de ver a vida. Tudo isso baseado em Madame Blavatsky.

Peter Washington disseca, com precisão cirúrgica e habilidade literária, a vida de Blavatsky. A mulher pintada por Washington é cheia de nuances e extremamente convincente. O autor consegue ver o quão destemperada esta era, tanto na vida pessoal, como nas finanças. E é extremamente competente ao deixar transparecer isso tudo aos leitores.

Peter Washington é editor-geral da Everyman Library e autor de vários livros, entre eles

Fraud: Literary and the End of English.

"Se Evelyn Waugh, Aldous Huxley, John Cleese e Barbara Cartland ficassem todos alucinados com seis tabletes de mescalina, depois colaborassem numa improvisação conjunta de criatividade, talvez não tivessem produzido uma história como esta." — New Statesman and Society

"Nos fala imensamente sobre a natureza humana e o impulso religioso."

— Sunday Telegraph

"Um livro maravilhosamente engajado e útil."

— Washington Post Book World

2 comentários:

HaroldM22 disse...

your english is incredible............................................................

José de Araujo Madeiro disse...

Tia Cê,

Estamos tendo dificuldade de postar matérias no nosso Blog Brasil Republicano.

Veja:
Ricardo Froes,

Estamos grattos pelas informações, mas
perplexos pela intolerância desses petralhas. Talvez eles cheguem às perversões de um Goebbel nazista. Quem sabe e se estão na escola!

Como não temos domínio da camputação, não estamos sabendo o que fazer para publicação das nossas matérias.

Talvez fiquemos este final de semana fora da linha de atuação, procuraremos saber saber de pessoas experts no assuntos para nos orientar e solucionar à questão.

Quanto aos pétralhas você tem absoluta razão e vem tendo uma atuação brilhante contra eles. Mas deles podemos esperar de tudo de péssimo, se eles jamais foram afeitos às coisas boas e sadias.

Um abraço para você e que a luta continua para um Brasil cada vez melhor para os nossos descendentes. Que Deus nos proteja !!!!

Att. Madeiro