2010-04-09

DILMA LIDERA O MOVIMENTO DOS SEM-LIMITES

DILMA, PELO VISTO, QUER LIDERAR O MSL: O MOVIMENTO DOS SEM-LIMITES

sexta-feira, 9 de abril de 2010 | 5:15

Por Reinaldo Azevedo

PM do Distrito Federal reprime manifestação de alunos, professores e funcionários da UnB em greve, no dia 25 de março: eles queriam bater um papo com Lula. Dilma diz que, se for eleita, isso não vai acontecer... Quem quiser uma reunião é só chegar e ir entrando, ne? Hoje, eles tentaram mais uma vez. Sem sucesso. .(Foto: ANDRE DUSEK/AGÊNCIA ESTADO)

PM do Distrito Federal reprime manifestação de alunos, professores e funcionários da UnB em greve, no dia 25 de março: eles queriam bater um papo com Lula. Dilma diz que, se for eleita, isso não vai acontecer... Quem quiser uma reunião é só chegar e ir entrando, ne? Hoje, eles tentaram mais uma vez. Sem sucesso. (Foto: ANDRE DUSEK/AGÊNCIA ESTADO)

É… Terão os petistas pesquisas instantâneas de opinião a indicar que a violência retórica, o terrorismo eleitoral e a demagogia fazem bem à candidatura de Dilma Rousseff? Só isso explicaria o que parece ser um destrambelhamento da ex-ministra, iniciado já em 1º de Abril, dia seguinte à sua saída do governo. Dilma parece desesperada para dizer que existe, embora o seu discurso de despedida tenha provado que não. O sentido geral de sua mensagem, como está claro, é o confronto entre o governo Lula, de que ela seria procuradora, e o governo FHC, de que Serra seria continuador — coisa que é não só mentirosa, mas, parece, inverossímil também.

Se Dilma não faz questão de ter vaidade intelectual ou política diante de Lula; se não tem a menor disposição de ao menos demonstrar que é capaz de ter uma idéia própria de vez em quando, ela vem compensando essa falta de originalidade com a ofensa e a agressividade gratuitas. E notem que a corrida mal começou; os adversários ainda estão se ajeitando na pista. E ela já se mostra decidida a fazer manobras arriscadas. O que estará dizendo, sei lá, em julho, daqui a quase quatro meses, quando estaremos ainda a três das eleições?

Ontem, ela voltou à carga, aí em solenidade patrocinada pelo PC do B, que decidiu oficializar o apoio à sua pré-candidatura. De novo, lá veio aquela metáfora do “lobo em pele de cordeiro” para se referir à oposição. Ela deve ter achado essa idéia danada de boa. E se emocionou ao falar sobre a… guerrilha do Araguaia, promovida justamente pelo PC do B.

Demonstrando, mais uma vez, que o “protesto” dos sindicalistas da Apeoesp, em São Paulo, era parte de uma estratégia eleitoral dos petistas para atacar José Serra, afirmou que, se eleita, jamais colocará “a polícia na rua para bater em professores”.  E acusou a oposição de querer “acabar com tudo o que está sendo feito”.

Eis o que estou chamando de terrorismo, demagogia e violência retórica.

O “lobo em pele de cordeiro”, como é evidente, sugere um discurso falso, que busca ocultar a verdadeira natureza do seu emissor. Quem parece mais ajustado a esse figurino? O candidato do PSDB ou uma petista se ajoelhando no túmulo de Tancredo Neves? A revisão sentimental da guerrilha do Araguaia expõe as vinculações intelectuais de Dilma com um movimento que procurou, a exemplo dela própria (atuou em outras organizações), instituir uma ditadura no Brasil. E isso não lustra as convicções democráticas da pré-candidata. A referência aos professores é provocação barata. Até porque não seria mesmo o governo federal a reprimir coisa nenhuma, mas a Polícia Militar, a exemplo do que fez a do DF no dia 25 de março, quando estudantes, professores e funcionários em greve da UnB tentaram invadir o Centro de Convenções Banco do Brasil, sede provisória do governo federal. Algumas pessoas saíram feridas. A propósito: o Ministério da Educação se nega a negociar com os manifestantes enquanto a greve não acabar. Mais: em São Paulo, está devidamente documentado em vídeo, foram os queimadores de livros de Bebel que partiram para cima da polícia. Dos 20 feridos, 10 eram policiais.

Dilma, como se vê, não está apenas fazendo o discurso do confronto rasteiro. Está também incentivando a pior prática possível do sindicalismo — desde que o alvo seja seu adversário. Deixa entrever a suspeita de que, para vencer a disputa, vale rigorosamente tudo, o que inclui enveredar para a desordem de rua, a greve política e, como exposto em outro post, a manipulação eleitoreira dos sindicatos.

E fica uma questão: se esse é o jogo que conseguimos ver, comos será aquele  que se exerce longe dos olhos do público, com um governo que tem, para punir seus adversários, a caneta e, para beneficiar os aliados, uma montanha de dinheiro? Eis o governo republicano de Lula.

Um comentário:

José de Araujo Madeiro disse...

Estimada Colega Tia Cê,

Devemos descontrair, para ter leveza de ações e saber enfrentar às adversidades, em especial neste terrível momento da conjuntura brasileira e sob foco do Foro de São Paulo, quando os petralhas pretende intensificar suas ações, para dominação do poder e submeter à nação brasileira.

A Dilma é um boneco de ventrículo, sob controle do Lula, para preencher um vácuo de poder.

Não sejamos ingênuos. Vejamos bem as enchentes do Rio de Janeiro, de outras cidades em épocas recentes, dos desastres da aviação, criminalidade e narco-tráfico sem controle, das corrupções, dos petralhas, do Lula dizendo asneiras e distribuindo dinheiro dos impostos dos brasileiros por todos recantos da terra, nas suas viagens internacionais e buscando uma cadeira cativa na ONU, para si e poder ter um palco durante o 2011 a 2015, quaqndo voltará em a Brasília, como novo presidente.

Lula com seus petralhas zombam diariamente e a cada pronunciamento da inteligência do povo brasileiro, também a sua candidata com comportamentos e história deploráveis.

Se fosse num país sério, todos estariam na cadeia, também o Lula por ser claramente o chefe de todos, como um Ali-babá.

Precisamos lutar para que a nossa República possa sobreviver e a sociedade brasileira possa construir seu mundo de civilidade e não de bandidagens.

Temos que fazer a nossa parte. Precisamos depurar a nossa classe política,para nos livrar desses políticos matreiros e sem reais compromissos com o nosso povo.

Não sejamos fracos, os covardes não fazem história e negam a si próprios. Não devemos nos iludir com promessas vãs, tão expressas nas corrupções do Lula e seus petralhas, e nas suas retóricas para massa acrítica.

O líder deve dar o exemplo e não dizer tantas besteiras, para ser popular. Sobretudo trabalhar. O exemplo fala mais alto do que as palavras. Estas sem aquele perdem-se no vazio.

Não vivemos de utopias, mas de ações. As utopias produzem dividendos unicamente para políticos ou revolucionários inescrupulosos e corruptos.

Precisamos, sim, de arregimentar forças ao lado de autênticas lideranças, daquelas que são capazes de construir soluções para tornar possível o que precisamos. No caso é de conquistasr à civilidade e ao desenvolvimento, como fruto do esforço humano e quando o Estado tenha respeito pela liberdade dos indivíduos.

A utopia é acreditar no umpossível e nada fazer, a não ser enganar. Por isto todo comunista inteligente é sempre um bandido, com o Lula, demais petralhas e Dilma Rousseff não seria diferente.

A utopia é para manter o povo nas ilusões e muito antes dela nós devemos ter Deus como meta, para acreditar no nosso trabalho e não deixar que o nosso povo seja preservado e perdido num engôdo, chamado de Lula e seus petralhas, dentre eles a boneca de ventríloco, esbravejando pelos palanques.

Att. Madeiro