2010-03-31

QUERO VER SE TEM CÚ PRA ISSO

quarta-feira, 31 de março de 2010



Quero ver agora um Menorah...

Um leitor me pergunta o que achei de um artista performático brasileiro que tirou um terço de seu ânus...
Hum... que artista! Apeles, Terêncio, Giotto, Rafael, Michellângelo, Bernini, Mozart, Mahler, Cavalcanti devem estar dando coices de inveja no túmulo...

Primeiramente quero elogiá-lo veementemente pela sua coragem. Não por contestar a alquebrada fé católica, mas por claramente demonstrar de que orifício está saindo a produção cultural e artística brasileira. Convenhamos, está um cu mesmo, e a merda que sai de nosso intelectuais e artistas só pode vir deste orifício. Pelo menos o tal artista tirou do cu que tem entre as duas nádegas, já nossos intelectuais tiram do cu que tem entre o nariz e o queixo. Mais assombroso foram os críticos elogiando tal produção mostrando que também há um ânus entre seu nariz e queixo.
Em segundo lugar, quero exortá-lo a fazer o mesmo com outros símbolos religiosos. Não digo para usar um exemplar do Alcorão, por exemplo, porque os muçulmanos - ao contrários dos obscurantíssimos católicos - poderiam se ofender tanto que eventualmente um aiatolá proclame uma fatwa com uma sentença de morte contra ele. Continuem lutando contra a opressão religiosa de um grupo que não te mate de volta, ó corajosíssimos artistas!!!

Bom, prossiga se expressando pelo ânus - este orifício que tão bem representa a arte contemporânea - com outros símbolos religiosos. Já abordado o catolicismo, é hora de abordar seu pai e gerador, o judaísmo. Sim! Seria injusto não abordar o judaísmo. E acho que o Menorah, o candelabro de sete pontas, é um símbolo largo o suficiente para o talento de tal artista. Ah, sim, sete pontas beeeeem abertas. E com as flores entalhadas na base, como descreve Moisés, flores entalhadas com pétalas bem abertas e pontudas. Enfie um Menorah no rabo e retire. Ou deixe um pouquinho, se curtir a performance, ainda que seja imoral este tipo de busca de prazer solitário. Com um Menorah este artista pode expressar toda a largueza de seu talento. Um tercinho é algo estreito e muito compacto para o calibre de tal expressão cultural...ou diria culturanal...



E abaixo ao obsCUrantismo religioso!
Postado por Frei Clemente Rojão OAAO às 08:15
Marcadores: depravação

 




Tia Cê, a Luz emana de mim disse...
Ah não Frei, quero que ele enfie o Alcorão sim, ora ora, que enfie e que tire, quero ver se ele tem CÚ pra isso. *evidentemente não estou desrespeitando os muçulmanos estou sim desafiando a coragem desse artista sem culhões
31 de março de 2010 16:44

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