2010-02-04

Venezuela importa assassino cubano para reprimir a oposição


notalatina
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Venezuela importa assassino cubano para reprimir a oposição
Por Graça Salgueiro
Eu havia prometido na edição passada que na próxima falaria da exitosa operação realizada pela Força Aérea Colombiana em conjunto com a Aviação do Exército, na qual deram baixa a um grande número de terroristas que faziam o anel de segurança de Alfonso Cano, Comandante Supremo das FARC, dentre eles “Yaritza” ou “A Mona”, amante de Pablo Catatumbo, e hoje soube de mais uma comandante guerrilheira abatida nesta operação, Marley Yurley Quezada, cognome “La Pilosa”, amante de “El Paisa”. Entretanto, fatos novos aconteceram ontem na Venezuela, gravíssimos e que a imprensa brasileira não fala nem vai falar, por isso adio o tema das FARC para falar de novo da Venezuela.

Diante do caos generalizado e descontrolado, e das pressões – até mesmo dentro do governo – vindas de todos os lados para que renuncie (ver “Venezuelanos clamam pela renúncia de Chávez”), Chávez cedeu mais uma vez às ordens vindas desde Havana, (segundo ele, “pedido” diretamente feito por Fidel Castro), e apresentou ontem ante as câmeras de televisão a Ramiro Valdés, com estas palavras: “Está conosco à frente dessa comissão um dos heróis da revolução cubana, o comandante Ramiro Valdés” que, segundo Chávez, veio para ajudar a resolver o problema elétrico na Venezuela.
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