2010-02-08

KÁTIA ABREU DESORIENTA OS MILITONTOS

KÁTIA ABREU DESORIENTA OS MILITONTOS

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010 | 20:06

Por Reinaldo Azevedo

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(leia primeiro o post abaixo)


Aí grunhe o petralha: “Vai agora publicar o release da CNA?” Não vou! Já publiquei. Só que eu aviso que é release, né? Picaretagem é publicar “denúncia” forjada por petista como se fosse fruto do “jornalismo investigativo”… Quantos são os que publicam “releases” de “companheiros” sem avisar o leitor? Mas eu quero ir além do release, bem além.

 

 

A criação do observatório da insegurança jurídica no campo é mais um golaço da senadora Kátia Abreu (DEM-TO) — para melancolia de seus adversários e, acreditem!, até de alguns aliados de partido. Ela tem um comportamento exemplar à frente da CNA. E não é menos eficiente como senadora. Contribui de modo decisivo para tirar a névoa de preconceito e estupidez que cobre a realidade do campo, uma tema que foi assaltado por bandoleiros e palpiteiros  que não saberiam distinguir um pé de alho de um pé de bugalho.

 

 

Kátia não pode ser acusada de “desmatadora” porque está, de fato, empenhada no “desmatamento zero”. E até Carlos Minc, quando não está olhando no espelho seus coletinhos des-lum-bran-tes, sabe disso. Não pode ser acusada de “agredir o meio ambiente” porque tem trazido esse debate literal e metaforicamente para a terra.

 

 

A CNA tem um estudo, conduzido por técnicos da Embrapa — não uma invencionice de ongueiro desocupado ou cuja militância “socialista” é financiada pela Fundação Ford (que piada!) —, demonstrando que, tornadas áreas de reserva ambiental e afins tudo o que pedem os “verdes” e os “vermelhos” (somadas às reservas indígenas), faltará Brasil para tanta área “conservada”. Aliás, já falta Brasil para tanto ongueiro, não é mesmo? Alguns cretinos devem imaginar que o arroz, o feijão, o milho, a soja e a carne nascem no Pão-de-Açúcar, no Carrefour e no Wal-Mart.

 

 

Os militontos acreditam que o arroz barato que alimenta os brasileiros, o feijão barato, a carne barata, a batata barata — sim, a comida no Brasil, felizmente, tem um preço escandalosamente baixo; basta comparar com o resto do mundo — é mais uma das obras de Lula. Não! ISSO É CONSEGUIDO APESAR DE LULA!!!

 

 

Come-se a preço baixo no Brasil porque temos uma agricultura e uma pecuária eficientes, que, no entanto, vivem assediadas pela bandidagem que se diz sem-terra e pelo ecologismo doidivanas. Caso se faça tudo o que pedem esses bocós, os primeiros a passar fome, por óbvio, serão os pobres que eles dizem defender. Não só isso: a balança do setor é superavitária sempre. Aliás, é agroindústria que dá ao país o superávit que tem.

 

 

No entanto, tem de conviver com bandidos financiados pelo poder público; tem de suportar a ação impune de terroristas e salteadores; tem de conviver com a desídia e a prevaricação de um governo que se nega a aplicar uma lei que coíbe a indústria de invasões. O grande trabalho de Kátia Abreu consiste em transformar a realidade em dados objetivos.

 

 

Isso atordoa até o militontos das redações, que tem um solo muito fértil para a plantação e produção de militontice.

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