2009-12-08

ROCKEFELLER E A NOVA ORDEM MUNDIAL

É necessário ‘estabilizar’ a população mundial para proteger o ecossistema”: palavras de David Rockefeller em 1994

por Redação Mídia@Mais em 8 de dezembro de 2009

 

 

 

 

 

 

Rockefeller discursa sobre os impactos negativos da melhora da qualidade de vida da humanidade. Contraditório?

Em 1994, durante jantar oferecido aos embaixadores junto à ONU, em Nova York, David Rockefeller proferiu discurso sobre a “necessidade” de “estabilizar” a população mundial.

Para David Rockefeller, o crescimento populacional, resultado da melhoria da qualidade e do aumento da expectativa de vida, tem impacto “negativo e catastrófico” sobre o planeta, sobre o “ecossistema”.

Note que ele não fala em “controle”, mas em “estabilização” da população mundial, que continua crescendo. Não é mera questão semântica, pois estabilizar aquilo que cresce implica evitar, por quaisquer meios, o nascimento de novos seres humanos, além de uma possível manipulação de recursos de modo a levar à morte os já nascidos.

É preciso prestar muita atenção ao que David Rockefeller disse, pois sua fala mansa e desapaixonada, cheia de palavras que já foram inconscientemente incorporadas pelo público [i.e., “crescimento sustentável”, “ecossistema”, etc.] e de expressões eufemísticas, revela que a decisão já foi tomada [lembre, o discurso é de 1994]:

A não ser que as nações concordem a trabalhar juntas para enfrentar esses problemas [...] a  ONU deve ter papel essencial nesse processo, auxiliando o mundo na descoberta de maneiras de estabilizar a população mundial e estimular o desenvolvimento econômico, levando em conta considerações religiosas e morais”.

O quanto de consideração real seria dada a essas considerações não fica claro. Ou será que as questões morais e religiosas não podem simplesmente ser desviadas ou substituídas por uma nova moral e por uma nova religião, a “moral ecológica” e o ambientalismo, respectivamente?

Rockefeller continuava:

O crescimento econômico é mais bem administrado pelo setor privado, mas a regulamentação deve ser feita pelos governos e organismos internacionais. Logo, cabe à ONU a coordenação desse processo”.

Em outras palavras, é proposto, de fato, se não formalmente, o fim das soberanias nacionais e o fim do arbítrio individual. É possível que a idéia de que “os pobres têm filhos demais” já tenha passado pela cabeça de algum leitor. A ironia está no fato de que para a ONU e pessoas tais como David Rockefeller, apenas uma pequena parcela da população mundial não é pobre. Você e nós, caro leitor, somos “pobres” aos olhos dessas pessoas que não conhecemos, que não foram eleitas para nada, mas que não obstante, estão tomando decisões sobre as nossas vidas e a de nossos filhos, com a aparente concordância de nossos governantes, mais entusiasmados com a capitalização imediatista e eleitoreira “desse processo”.

Qualquer semelhança desse planejamento global  com o malfadado planejamento central das economias praticado nos países socialistas, e também no Brasil, não é mera coincidência. Só podemos torcer pelo seu fracasso, sem esquecer que, de um jeito ou de outro, haverá choro e ranger de dentes.

*assistam ao documentário ENDGAME, está no youtube

Um comentário:

José de Araujo Madeiro disse...

Estimada Tia Cê,

Eis a questão central, já abordada por nós, no Brasil Republicano:

O Clube de Bilderberg !!!!.

Onde Lula é tido como ¨O Cara¨, onde há grandes negociatas e que talvez o Lula já tenha negociado a nossa Amazônia.

Precisamos sair dessa sinuca de bico. Temos que derrotar o Foro de São Paulo, através da Dilma.

Att. Madeiro