2009-12-07

O FDP



Quem é o ‘Filho do Brasil’


Escrito por Diogo Mainardi

Sábado, 28 de Novembro de 2009 10:00

Quem já assistiu a um cinejornal do "Istituto Luce" sabe perfeitamente o que esperar de Lula, o Filho do Brasil. Benito Mussolini, em Roma, conclamando as massas, é igual a Lula, no ABC, imitando Bussunda. O chefe da propaganda de Benito Mussolini era seu genro, Galeazzo Ciano. Lula, por sua vez, tem de se arranjar com Franklin Martins, coordenador do MinCulPop lulista. Mas o fato é que, a cada dia mais, o "filho de Dona Lindu" macaqueia o "filho do ferreiro de Predappio" – só que num cenário mais indigente e embolorado.



Se o crack de 1929 consolidou aquilo que Benito Mussolini chamou de "estado empreendedor", o crack de 2008 fez o mesmo com Lula. A economia fascista tinha IMI e IRI, bancos públicos que forneciam crédito à indústria italiana, privilegiando os aliados do regime. A economia lulista tem Banco do Brasil e BNDES, que desempenham um papel semelhante. Benito Mussolini era celebrado na propaganda oficial por ter "restringido as desigualdades sociais". Lula? Também. Os triunfos italianos nas Copas do Mundo de 1934 e 1938 foram creditados ao Duce, que compareceu aos jogos finais, assim como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 foram creditadas a Lula. Recentemente, Lula arrumou até seu próprio ditador antissemita, que promete repetir o holocausto: o iraniano Mahmoud Ahmadinejad, recebido com pompa na capital do lulismo. Os "anos do consenso" de Benito Mussolini duraram de 1929 a 1936. Quanto podem durar os de Lula?



Luiz Carlos Barreto, em 1966, produziu um curta-metragem de propaganda para José Sarney. O curta-metragem foi dirigido por um conhecido marqueteiro: Glauber Rocha. Desde aquele tempo, Luiz Carlos Barreto, "o Filho do Brasil", é quem melhor sintetiza o caráter nacional. Durante a ditadura militar, ele tomou conta da Embrafilme. No período de Fernando Henrique Cardoso, ele fez propaganda para a Embratur e para o BNDES. Quando o lulismo foi desmascarado, em 2006, ele disse: "O mensalão não era mensalão. Era uma anuidade. Faz parte da ética política. E a ética política é elástica". A ética cinematográfica é igualmente elástica. E, no caso de Luiz Carlos Barreto, é uma anuidade.



Luiz Carlos Barreto, homenageado no Senado por Roseana Sarney, que o chamou de "grandalhão dócil e amável do cinema brasileiro", agora planeja filmar o romance Saraminda, de José Sarney. É dessa maneira que Lula passará para a história: como uma mera anuidade no intervalo entre o José Sarney de 1966 e o José Sarney de 2010.



(*) Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/mainardi/na-revista/quem-e-o-filho-do-brasil/

Um comentário:

José de Araujo Madeiro disse...

Estimada Tia Cê,
permita-nos a divulgação através do seu blog.

A Voz do Leitor

José de Araújo Madeiro disse...
Proposta aos blogueiros:

Estimados colegas,

Estamos mudando um pouco de assunto, para falar sobre a vitória do Evo Cocales na Bolívia, com apoio logístico e financeiro do Lula et Caterva.

Como se pressupõe, agora como presidente re-eleito, vai tentar esmagar a minoria de opositores e tentar mandatos sucessivos, conforme as regras eleitorais da ditadura cubana, respaldado no projeto do Lula e tendo a disponibilidade, além de franqueados, do gaz, das refinarias da petrobrás tomadas na Bolívia e na produção da cocaína, com exportação em larga escala do pó para o Brasil, estimulando o consumo, a violência e ganho fácil de altas de somas de dinheiro.

Lamentavelmente é o que se delineia para o futuro próximo. Quando até gostaríamos de estar equivocado, mas de acordo com a conjutura latina, não vemos outra perspectiva.

Então devemos pedir a proteção de Deus, para ter sabedoria e construir alternativas para sair desse ciclo vicioso e avançar na nossa democracia, na preservação das nossas instituições legítimas e sem os vícios da corrupção, conforme vem tramando o Lula, contra o estado e o povo brasileiro.

Então, aquí na Paraíba, já temos o Focco (foco contra a corrupção) que está trabalhando a proposta do ¨Ficha Limpa¨.

Estive conversando com Rainére, advogado e seu presidente e vamos abrir outra frente, a ser desenvolvida no próximo ano, no período da campanha, objetivando o voto estratégico a nível nacional.

A situação está ainda em fase de gestação e de contatos. Possívelmente, precisaremos arregimentar e unir forças entre os diversos blogueiros e organizações afins.

Att. Madeiro