2009-10-28

Reinaldo Azevedo

 

 

Reinaldo Azevedo

Vamos mandar Zelaya para o Morro dos Macacos zelaya-lula- Leiam primeiro o post abaixo O governo CONSTITUCIONAL de Honduras está apelando contra o Brasil na Corte Internacional de Haia. Está certíssimo. É o caminh...

 

“Nós somos seres normais, um bandido não é normal’, diz Lula no Rio

quarta-feira, 28 de outubro de 2009 | 21:59

Do Portal G1. Leiam. Comento mais tarde:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quarta-feira (28), em entrevista no Rio de Janeiro, que “um bandido não é normal” e que é “ilusão” achar que é fácil enfrentar grupos criminosos.

“Nós somos seres normais, um bandido não é normal. Então achar que é fácil enfrentar uma quadrilha organizada é apenas ilusão. É difícil, é preciso investimento na inteligência. É preciso melhorar o salário”, disse.

Ao lado do governador do estado, Sérgio Cabral (PMDB), ele afirmou que pediu ao ministro da Justiça, Tarso Genro, para que se reúna com o peemedebista para estabelecer uma “programação de investimentos no Rio” e que o estado tem que ser tratado de forma especial por ser, segundo Lula, ”uma caixa de ressonância para o mundo inteiro”.

“O importante é que o governador tem vontade, o presidente tem vontade, o ministro tem interesse. Se a gente juntar os esforços e não ficar discutindo merreca de dinheiro a gente pode resolver esse problema com mais facilidade”, disse.

“Irresponsabilidade”
Antes, no discurso de inauguração de um ginásio na Vila Olímpica da Mangueira, Lula disse que o Rio de Janeiro vem sofrendo um “desmonte” desde quando deixou de ser a capital federal e que não é possível culpar o governador e o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), pelos problemas atuais.

“Foram surgindo comunidades cada vez mais pobres, que antes eram de dez pessoas, depois passou para quinze, depois para duas mil, trinta mil, cinqüenta mil, e aí deixou de ser uma pequena comunidade para ser um baita de um problema social para quem governa a cidade do Rio de Janeiro. Então, seria irresponsabilidade o governo federal dizer que é um problema do Sérgio Cabral. Seria irresponsabilidade o governo federal dizer que é um problema do Eduardo Paes”, disse.

E continuou com uma metáfora. ”Não sou daqueles que só aparecem para comer na hora em que o prato está feito. Eu sou daqueles que ajudam a fazer o prato.” Ele afirmou depois que, em 2016, gostaria de ver o Rio voltando a ocupar as primeiras páginas dos jornais com notícias de medalhas para o Brasil. Em 2016, o Rio de Janeiro irá sediar os Jogos Olímpicos.

 

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Por Reinaldo Azevedo

 

Jarbas classifica de insana decisão do PMDB de apoiar candidatura de Dilma

quarta-feira, 28 de outubro de 2009 | 21:51

Por Gabriela Guerreiro, na Folha Online:

Contrário à aliança do PT com o PMDB nas eleições de 2010, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) subiu à tribuna do Senado nesta quarta-feira para classificar de “insana” a decisão da cúpula peemedebista de apoiar a candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à Presidência da República em 2010. Jarbas disse que, se o PMDB não mudar de ideia em relação ao acordo nacional com o PT, haverá um “confronto político desnecessário” dentro do partido.

“Não aceitarei, de forma alguma, que esse caciquismo lulista do PT seja implantado também dentro do PMDB. Existem hoje três tendências dentro do partido: os que defendem a aliança com o PSDB, os que querem se unir ao PT e os que defendem a candidatura própria. Ou essas diferenças são respeitadas, ou haverá um desnecessário confronto político dentro do Partido do Movimento Democrático Brasileiro”, afirmou.

O senador, que defende o embarque de sua legenda na candidatura do governador José Serra (PSDB-SP) ao Palácio do Planalto, disse que o PT quer transformar o PMDB em um “mero satélite da obsessão” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em fazer da ministra Dilma a sua sucessora.

“Admito que a maioria do PMDB hoje apoia o governo. Faço parte de uma minoria. Mas é completamente insana essa iniciativa da cúpula peemedebista de fechar uma aliança em apoio a Dilma sem ouvir as diversas instâncias partidárias, e ainda tem de aceitar a exigência de Lula para tentar enquadrar os Estados que não querem virar um apêndice do PT.”

O peemedebista fez duras críticas à viagem realizada por Lula e Dilma à região do Vale do São Francisco, há duas semanas, por considerar que a vistoria às obras de transposição do rio serviram de “palanque” para a pré-candidata do PT à Presidência –no que teve o apoio de senadores da oposição.

“Ele [Lula] é contraditório, porque ao tempo em que diz que inaugura muitas obras, acusa o Tribunal de Contas da União de impedir que o governo faça obras. Na verdade, ele está buscando o culpado para a inoperância do governo. São praticamente sete anos de mandato e, lamentavelmente, poucas obras inauguradas, obras de expressão”, disse o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).

Na defesa de Lula, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) disse que o presidente tem a obrigação de vistoriar obras em execução no território nacional. “Não achei demasiado que o presidente tenha reservado dois dias e meio para também olhar uma das obras que ele considera mais importante. Mas vou respeitar o pedido do presidente e vou ficar só neste ponto”, afirmou o petista.

 

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Por Reinaldo Azevedo

 

EUA negociam com governo interino em Honduras

quarta-feira, 28 de outubro de 2009 | 21:47

Do jornal hondurenho El Heraldo, de Honduras. Está em espanhol:
El subsecretario de Estado norteamericano para América Latina Thomas Shannon llegó este miércoles a Honduras al mando de una misión oficial que, conjuntamente con la OEA, buscará reanudar el diálogo para buscar una salida a la crisis política.

Shannon viene acompañado del secretario adjunto de Estado Craig Kelly y el asesor de la Casa Blanca para América Latina, Dan Restrepo.

La comitiva llegó en un vuelo comercial a las 11:30 de la mañana al aeropuerto internacional de Toncontín y posteriormente se trasladó a la residencia del embajador Hugo Llorens, quien llegó hasta la terminal aérea a recibirlos.

Los delegados estadounidenses se reunieron esta tarde con los representantes en el diálogo del presidente interino Roberto Micheletti y del destituido Manuel Zelaya, junto con representantes de la Organización de Estados Americanos que buscan una salida a la crisis política.

En una comunicación previa, el portavoz del Departamento de Estado, Ian Kelly, confirmó que los funcionarios estadounidenses se reunirían “con los representantes de ambas partes para discutir estrategias para hacer avanzar el proceso” del Acuerdo de San José.

Según las informaciones de Kelly, la tarea de esta comitiva es acercar a Micheletti y Zelaya, depuesto el 28 de junio pasado. Precisamente hoy se cumplen cuatro meses desde que el país se encuentra en una crisis política.

El martes, el presidente hondureño Roberto Micheletti descartó que la restitución de Manuel Zelaya sea tema de agenda con el subsecretario de Estado norteamericano.

La decisión de enviar la misión la tomó la secretaria de Estado, Hillary Clinton, tras el fracaso de las negociaciones entre Micheletti y Zelaya para alcanzar un acuerdo, a poco más de un mes para las elecciones previstas el 29 de noviembre, dijo Kelly a la AFP.

“Se le está pidiendo a ambas partes que muestren flexibilidad y que redoblen sus esfuerzos para poner fin a la crisis”, dijo el miércoles el portavoz del Departamento de Estado.

“La secretaria Clinton cree que Estados Unidos pude desempeñar un papel constructivo para impulsar el regreso de las partes a la mesa de negociaciones”, señaló.

Informó que Shannon dará una rueda de prensa el jueves, cuando concluya la serie de reuniones. Sin embargo, señaló que si considera es necesario puede quedarse en Honduras el tiempo que estime conveniente.

La delegación también llegaron a la embajada de Brasil en Tegucigalpa, donde sostuvieron un encuentro con el ex presidente Manuel Zelaya.

“Esta misión es importante y esperamos que tenga el respaldo de los golpistas y la sociedad hondureña”, expresó Zelaya. “Es necesaria una rectificación nacional para encontrar la reconciliación”.

La llegada de Shannon ocurre a 32 días de las elecciones generales en Honduras. El presidente Micheletti reiteró su apoyo al proceso electoral y expresó que cualquier solución a la crisis política mediante el diálogo tendrá que esperar hasta después de las elecciones del 29 de noviembre.

 

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Por Reinaldo Azevedo

 

Polícia Nacional denuncia plano da “esquerda radical” para assassinar lideranças do país

quarta-feira, 28 de outubro de 2009 | 21:41

Do jornal hondurenho El Heraldo. Nem traduzi. Nem precisa.

La Policía Nacional denunció un supuesto plan de la izquierda “radical” para asesinar y secuestrar a empresarios, agentes policiales y de las Fuerzas Armadas.

Esto fue anunciado por el comisionado de la Policía Nacional, Danilo Orellana, quien declaró a radio HRN que decomisaron y tienen en su poder un plan “que ellos tenían y que, de alguna forma, sí manejaban la eliminación de policías y secuestro de empresarios y eliminación de oficiales de las Fuerzas Armadas”.

El comisionado no vinculó dicho plan con hechos ocurridos recientemente en el país, ya que las hipótesis policiales indican que fueron cometidos por la delincuencia común, pero no descartó que tengan que ver con la crisis política.

El Coronel de Las Fuerzas, Concepción Jiménez, y el sobrino del presidente Roberto Micheletti, Enzo Micheletti, fueron asesinados el pasado fin de semana. El martes fue secuestrado Alfredo Jalil, padre del viceministro de Defensa, Gabo Jalil.

“Esperemos que no haya ninguna vinculación porque indica que ellos estarían actuando con ese plan, pero tampoco se puede descartar esto”, dijo Orellana.

“Hemos escuchado algunos dirigentes radicales en algún caso que amenazan con que van a destruir la empresa privada, que es la columna vertebral de la economía de este país”, apuntó.

Los seguidores “radicales” del ex presidente Manuel Zelaya rechazaron cualquier vínculo con estos hechos y aseguraron que su lucha es pacífica.

Orellana detalló que tiene identificados a los grupos de izquierda y “cualquier querella o denuncia que nosotros hagamos ante la fiscalía, todo va a ser dentro del Derecho y de los derechos humanos, por tal razón no creo que traten de hacer alguna de estas cosas”.

 

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Por Reinaldo Azevedo

 

Vamos mandar Zelaya para o Morro dos Macacos

quarta-feira, 28 de outubro de 2009 | 20:16

Leiam primeiro o post abaixo
O governo CONSTITUCIONAL de Honduras está apelando contra o Brasil na Corte Internacional de Haia. Está certíssimo. É o caminho. Enquanto o nosso país recorre ao banditismo diplomático e dá asas a um louco clínico, resta ao governo interino de Roberto Micheletti tentar encontrar um pouco de racionalidade nas leis que regulam as relações entre os países.

O que se passa na embaixada do Brasil em Honduras não está em nenhum manual nem está previsto em nenhuma lei. Não é preciso ser especialista para sacar que Zelaya não bate bem dos pinos. Agora ele só fala ao celular em viva voz porque, diz, seres misteriosos emitem raios especiais direcionados a seu número para confundir o seu cérebro.  Vai ver ainda é parte daquela tal conspiração judaica… Como se isso fosse necessário para perturbar o seu cérebro… O homem precisa de remédio. Um sujeito é encarregado só de ficar segurando o seu chapéu, uma espécie de símbolo do seu poder.

É esse cara que o Brasil e parte do mundo queriam ver reinstalado no poder. Se bem que o tal “mundo” parece ter desistido, não é? Os EUA já flertam abertamente com a possibilidade de dar a crise por encerrada tão logo ocorram eleições. O Chapeludo ainda vai sobrar no colo de Celso Amorim, o Megalonanico, o que é um desfecho merecido para ambos.

Vamos ver o que diz a Corte de Haia. Há, é óbvio, a possibilidade de que se considere que o governo Micheletti não tem autoridade política para fazer a denúncia, já que não é reconhecido por ninguém. Isso não anula os crimes que o governo brasileiro está cometendo naquele país. Asilado ou simples visitante, o Itamaraty jamais poderia estar dando suporte para Zelaya convocar, ainda que de modo mitigado, uma levante no país. Isso seria inaceitável ainda que o governo Micheletti fosse mesmo golpista, o que não é.

Acho que Celso Amorim deveria dar a Zelaya a chance de realmente viver perigosamente. Vamos dar asilo a Zelaya. Vamos defender a sua remoção para o Morro os Macacos. Aí ele vai ver com quantos fuzis se faz uma verdadeira guerra.

 

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Por Reinaldo Azevedo

 

Governo interino de Honduras inicia ações contra o Brasil em Haia

quarta-feira, 28 de outubro de 2009 | 20:01

Da EFE. Comento no post seguinte:

O governo interino de Honduras iniciou nesta quarta-feira (28) os trâmites para processar o Brasil na Corte Internacional de Justiça de Haia por “ingerência” em seus assuntos internos. A “intromissão” do Executivo brasileiro diz respeito à presença do presidente derrubado de Honduras, Manuel Zelaya, na embaixada que Brasília mantém em Tegucigalpa.

O representante de Honduras em Haia, Julio Rendón, já entrou com o processo no tribunal, diz uma nota do Ministério das Relações Exteriores hondurenho, que pode pedir uma indenização ao Brasil.

Rendón “apresentou um pedido introdutivo de instância contra a República Federativa do Brasil por questões jurídicas relativas às situações diplomáticas e ao princípio de não-intervenção nos assuntos que são da competência interna do Estado” hondurenho, acrescenta a nota.

Uma fonte da Chancelaria explicou à Agência Efe que esse passo é uma “solicitação para iniciar ações” contra o Brasil, como a imposição de medidas cautelares ou a cobrança de uma indenização.

O chanceler do governo interino, Carlos López, disse em entrevista coletiva que, agora, a Corte Internacional decidirá se aceita ou não a causa.

Caso o pedido seja deferido, o tribunal entrará em contato com o Brasil, os países-membros das Nações Unidas e própria ONU.

Ingerência
López disse ainda que a presença de Zelaya na representação brasileira, onde o presidente derrubado está desde 21 de setembro, e seus apelos à “insurgência” representam “uma ingerência nas atividades internas de Honduras”.

O comunicado destaca que o fundamento da solicitação recai na “comissão de (atos) ilícitos que geram responsabilidade internacional com relação às obrigações (do Brasil) estabelecidas na Carta das Nações Unidas e na Convenção das Nações Unidas sobre Relações Diplomáticas”.

Ainda segundo a nota, o governo de Micheletti “se reserva o direito de solicitar à Corte a adoção de medidas provisórias ou cautelares caso não sejam interrompidas as atividades ilegais do Governo do Brasil que alteram a ordem pública interna de Honduras e que representam uma ameaça ao desenvolvimento pacífico do processo eleitoral” de 29 de novembro.

O chanceler hondurenho, por sua vez, ressaltou que, ao apresentar uma ação contra o Brasil, Tegucigalpa quer “resolver pacificamente” este assunto “com a participação da Corte Internacional de Justiça”.

 

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Por Reinaldo Azevedo

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