2009-09-16

Midia@Mais

Newsletter M@M - Edição 29 - 16 de setembro 2009 - Ano 1

Há 70 anos: Democracia e o Indivíduo

Henrique Dmyterko

Há setenta anos, em 1939, quase recém chegado aos Estados Unidos após escapar das garras da Gestapo, literalmente pela janela, o filósofo Eric Voegelin, acostumado ao rigor científico e acadêmico,  fez uma breve preleção radiofônica, numa linguagem acessível ao público americano.  Voegelin não era apenas mais um refugiado europeu acolhido pelos americanos: não era judeu, não tinha afiliação política e era alemão de nascimento, criado e educado em Viena, Áustria. Mas Voegelin dava aulas e escrevia coisas que não agradavam ao nacional-socialismo. Tão perigosos eram os seus escritos que quase lhe custaram a liberdade e a vida, pois continham elementos corrosivos: honestidade intelectual, rigor e verdades[1].

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IPEA – Um caso de polícia

João Luiz Mauad

Os esbirros do IPEA acabam de divulgar mais uma estrovenga, disfarçada de trabalho científico, que visa a dar sustentação empírica ao furor ideológico dos sectários marxistas que tomaram conta da instituição no Governo Lula. É absolutamente inacreditável como se deixa usar o nome de uma instituição pública, financiada com dinheiro dos contribuintes, para divulgar uma trapizonga daquelas, recheada de erros grosseiros – infantis mesmo. Pura estupidez, misturada com desonestidade intelectual.

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O contraterrorismo na Washington de Obama

Daniel Pipes

Oassistente de segurança nacional e contraterrorismo de Barack Obama, John O. Brennan, convenientemente delineou os presentes e futuros erros da política da administração no discurso, “Uma nova abordagem para a proteção dos americanos”, no dia 6 de agosto.

Para começar, seu discurso para o Centro de Estratégia e Estudos Internacionais em Washington teve um tom incomum. “Bajulador” é o termo que logo surge à mente quando noventa das cinco mil palavras de Brennan invocam “Presidente Obama”, “Ele”, “Dele” ou “O Presidente”. De maneira preocupante, Brennan atribui todo pensamento ou diretiva de seu discurso à sabedoria “do Escolhido”. Essa palestra vergonhosa lembra a de um funcionário norte-coreano homenageando seu querido líder.

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Filmes esquerdistas 2: Wall Street – Poder e Cobiça

Felipe Atxa

A crítica de cinema – e em particular a brasileira, que tal como o brasileiro em geral adora exagerar em tudo que é ruim – costuma espernear e dar gritinhos de horror quando imagina se deparar com um filme cujo conteúdo (o enredo em si) ou a mensagem (a “lição final” que se tira do enredo) parece “direitista” ou “conservador”. Mas faz que não vê e aplaude quando acontece o contrário, e o filme é construído com maior ou menor engenho como genuína propaganda esquerdista.

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