2009-08-04

BARBÁRIE NA VENEZUELA ,CELSO AMORIM, O MINISTRO E CANDIDATO A BESTA DO APOCALIPSE NÃO PÁRA POR AI E CONVIDA ZÉ LAIA A VIR AO BRASIL.

OS ALIADOS DE CHÁVEZ, O PARCEIRO DE LULA, MOSTRAM COMO SE FAZ UMA DEMOCRACIA DIRETA…

segunda-feira, 3 de agosto de 2009 | 21:43

O vídeo acima mostra o ataque comuno-fascistóide de que foi vítima a Globovisión, a única emissora não-chavista da Venezuela, que transmite para apenas três cidades. Os manifestantes são membros do partido de Hugo Chávez. A VEJA desta semana traz uma entrevista com Guillermo Zuloaga, presidente da emissora.

Ele sintetiza os planos do tiranete para a área de comunicação:
“Quando terminarem de fechar todas as formas de acesso livre à informação, então teremos ingressado em uma ditadura. Chávez quer tirar 240 rádios do ar. Nenhuma das que estão na lista, obviamente, é chavista. Também quer proibir que as estações de Caracas transmitam para o restante do país. Se isso acontecer, somente o presidente poderá falar em cadeia nacional. Nas bibliotecas públicas, todos os livros de direita ou que não estavam de acordo com a ideologia oficial foram jogados fora. Os jornais impressos continuam independentes, mas alguns donos já reclamam que não conseguem importar papel, porque o Cadivi não libera os dólares. Na televisão a cabo, o governo está discutindo uma lei para limitar o acesso aos canais venezuelanos. Em relação à Globovisión, o governo não nos deixa ampliar a cobertura para outras cidades. Temos sinal aberto em apenas três cidades.”

No fim de agosto, Franklin Martins vai fazer uma Conferência de Comunicação no Brasil. Os nossos “bolivarianos”, liderados pelo governo, querem mesmo é fazer o que se vê acima. Como as instituições brasileiras não permitem, tentarão criar leis para intimidar os meios de comunicação.

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Por Reinaldo Azevedo

Amorim não discrimina ninguém: serve de megaterrorista a embusteiro

segunda-feira, 3 de agosto de 2009 | 21:11

(leia primeiro o post abaixo)
Celso Amorim, em nome do presidente Lula, convidou Manuel Zelaya, golpista deposto em Honduras, para visitar o Brasil. Por que não? Em breve, o país vai receber um notório financiador do terrorismo internacional: Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã. É aquele ser de luz — um aliado seu diz que sempre vê um halo em torno de sua figura — que financia o Hezbollah e o Hamas e que prega a destruição de Israel. Também se tornou um especialista em fraudar eleições, o que foi reconhecido até pelos aiatolás do país. Só o aiatolá Lula não viu problema nenhum.

Manuel Zelaya, perto disso, convenham, é só o que é: um palhaço manipulado por Chávez.

O Brasil acaba de ignorar um escândalo: o encontro de armas do Exército da Venezuela com os terroristas das Farc. Amorim não disse uma palavra. Mas resolveu fazer um escarcéu porque os EUA fizeram um novo acordo para o uso de bases militares na Colômbia.

Manuel Zelaya, perto disso, convenham, é só um fanfarrão incentivado por outro.

O Brasil, na ONU, endossou as ditaduras mais odientas da terra. Não escapou do afago nem mesmo o genocida do Sudão. Nas suas andanças, Lula chamou facínoras como Khadaffi de “amigo e irmão” e deitou conversa antiamericana em todas as ditaduras que visitou.

Manuel Zelaya, perto disso, convenham, é só um Zé Mané.

Sua presença no Brasil só prova que em matéria de gente que despreza a democracia, Amorim não discrimina ninguém: aceita tanto um megaterrorista como um embusteiro.

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Por Reinaldo Azevedo

Amorim convida o golpista Zelaya para visitar o Brasil

segunda-feira, 3 de agosto de 2009 | 20:41

Na Reuters. Comento no post seguinte.
O governo brasileiro convidou o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, a visitar o país, informou nesta segunda-feira a assessoria de imprensa do Ministério das Relações Exteriores.

O Itamaraty tenta agendar a viagem para a próxima semana, mas ainda não há data confirmada para a visita. “Há um convite, e a data tentativa é o dia 12 de agosto”, disse à Reuters uma fonte do órgão.

Ao lado da comunidade internacional, o Brasil tenta pressionar o governo interino presidido por Roberto Micheletti a aceitar a restituição do poder a Zelaya. Até agora, entretanto, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não ocupou um lugar de destaque nos esforços para solucionar a crise política daquele país.

O presidente da Costa Rica, Oscar Arias, tem feito a mediação entre Zelaya e Micheletti, conversas que por enquanto não renderam resultados positivos. Em entrevista concedida no domingo à televisão venezuelana Telesur, Zelaya disse que visitará o México e talvez viajaria ao Brasil.

Ele foi retirado do poder por militares no dia 28 de junho e expulso do país, quando pretendia realizar uma consulta popular sobre a possibilidade de se reeleger. Seus opositores consideraram a iniciativa uma tentativa do então presidente de se perpetuar no poder e desrespeitar a Constituição do país.

O presidente deposto passou mais de uma semana na fronteira entre Honduras e a Nicarágua ameaçando retornar ao seu país, mas não levou a ideia adiante.

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