2009-07-20

ZELAYA, O QUERIDINHO DOS IDIOTAS

ZELAYA, O QUERIDINHO DOS IDIOTAS E DOS VIGARISTAS, AGORA PEDE GUERRA CIVIL

segunda-feira, 20 de julho de 2009 | 5:39

Conforme escrevi aqui desde o primeiro dia da crise, ainda que Manuel Zelaya fosse reinstalado no poder, se a tal consulta popular não se realizasse, Hugo Chávez seria derrotado do mesmo modo. O que interessa é o triunfo do modelo bolivariano, que institui o processo da reeleição, recorrendo às urnas para fraudar a própria democracia. Pois é…

Oscar Arias, presidente da Costa Rica e mediador do conflito, havia apresentado um plano com sete pontos. Previa a volta de Zelaya, sim, mas num governo de coalizão. Ele também desistira da tal consulta popular. Seus emissários toparam, mas o governo provisório de Honduras rejeitou a sua volta à Presidência: permite a sua entrada no país, mas respondendo à Justiça por suas transgressões. Pois é…

A turma de Zelaya fingiu aceitar o plano, mas ele próprio, em entrevista à Folha, disse que não abriria mão da consulta coisa nenhuma! Afirmou que ela é vontade do povo — vontade que ele estava preparado para fraudar (ver post abaixo). Seus negociadores agora dizem que a entrevista foi concedida na sexta (publicada pela Folha no domingo), e que eles aceitaram o acordo no sábado. Conversa para enganar trouxa.

O que Zelaya disse ao jornal brasileiro não era coisa do calor da hora. Estava revelando parte de uma estratégica. Ele não quer ceder em nada porque, hoje, quem lhe dá sustentação é Hugo Chávez. E Chávez só ganha com a oficialização do bolivarianismo.

O que faz agora o irresponsável? Conclama, abertamente, a população à insurreição, insufla a violência. A maioria esmagadora dos hondurenhos, como sabemos, apóia o governo provisório. O recado de Zelaya está sendo dado aos militantes bolivarianos do e no país — já que muitos estrangeiros foram para lá para fazer a “revolução” (ver abaixo). Isso é parte da estratégia de Chávez, consubstanciada no tal “Plano Caracas”: provocar a desordem no país, tentando atrair uma reação violenta dos militares, com muitas vítimas. Os próprios bolivarianos a soldo se encarregariam de fazer alguns mortos entre os opositores do atual governo.

Tenta-se levar a guerra civil a Honduras a todo custo. E o nome do sacerdote dessa missa macabra é Hugo Chávez. Nesse caso, Barack Hussein é seu coroinha.

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Por Reinaldo Azevedo

COMPUTADORES PROVAM QUE ZELAYA ESTAVA PREPARADO PARA FRAUDAR VOTAÇÃO

segunda-feira, 20 de julho de 2009 | 5:31

Continuarei a trazer aqui para vocês notícias que a imprensa brasileira tem sonegado sobre a crise em Honduras. O jornal espanhol ABC - íntegra aqui - noticia a descoberta de computadores num prédio do Ministério do Interior que trazia arquivos com o resultado da consulta popular que Manuel Zelaya pretendia fazer no país. Vocês entenderam direito: a consulta não se realizou, mas eles já tinham o resultado — favorável ao governo deposto, é claro. Informa o jornal:
“Um dos fiscais que participaram da operação realizada mostrou aos meios de comunicação uma ata eleitoral do Instituto Técnico Luis Bográn, de Tegucigalpa, em que se especifica o número de pessoas que participaram da mesa [de votação] 345, onde se contabilizaram 550 cédulas, das quais 450 eram votos a favor da proposta de Zelaya, 30 contra, 20 nulos e 30 brancos.”

O bandoleiro não queria apenas fazer uma consulta contra o que determina a Constituição. Ele também se preparava para fraudar o resultado. Como se vê, estava se saindo um aluno exemplar de Hugo Chávez.

É a democracia que ONU, OEA, Europa, Estados Unidos e Brasil querem ver implementada em Honduras.

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Por Reinaldo Azevedo

ZELAYA JÁ HAVIA MANDADO FAZER UMA ESTÁTUA DE SI MESMO PARA FICAR NOS JARDINS DO PALÁCIO

segunda-feira, 20 de julho de 2009 | 5:29

Zelaya, no centro, de terno rosado: o vagabundo já havia mandado fazer uma estátua de si mesmo...

Zelaya, no centro, de terno rosado: o vagabundo já havia mandado fazer uma estátua de si mesmo...

Esta é do balacobaco. Manuel Zelaya já havia mandado esculpir uma estátua e um busto de… Manuel Zelaya! Isto mesmo: ele já se preparava para instituir o culto à personalidade. Na foto acima, ele é aquele do centro, com a mão levantada. Pretendia colocar a sua estátua nos jardins do palácio presidencial, junto às daqueles que são considerados os fundadores da república hondurenha: entre o general José Trinidad Cabañas e Francisco Morazán e atrás de Dionisio de Herrera e José Cecilio del Valle, que aparecem sentados.

Segundo o governo, Zelaya havia reservado ainda US$ 3,5 milhões para construir a Praça da Liberdade, em frente ao palácio. Ali seriam colocados os bustos dos presidentes de todos os países que integram a Alba, a tal Alternativa Bolivariana, comandada por Hugo Chávez.

E um vagabundo dessa qualidade que mobiliza hoje o apoio de tanta gente. O último governante, que me lembre, que mandou fazer estátua de si mesmo foi Saddam Hussein. Pois é…

Hoje em dia, os EUA apóiam governantes que querem ser estátuas.

Aquele leitor disse que sou o único da imprensa a combater Zelaya, não é? Lastimo essa solidão é pelos outros, rapaz! Ou os que acusam o “golpe” em Honduras, a esta altura, já começaram a ficar envergonhados ou já não sabem sentir nem vergonha.

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Por Reinaldo Azevedo

MAIS BATE-PAUS DE DANIEL ORTEGA SÃO PRESOS EM HONDURAS

segunda-feira, 20 de julho de 2009 | 5:27

Bate-apus a serviço do orelhudo Daniel Ortega presos em Honduras: estão lá para ajudar na desordem

Bate-apus a serviço do orelhudo Daniel Ortega presos em Honduras: estão lá para ajudar na desordem

A polícia de Honduras deteve mais 11 nicaragüenses que entraram ilegalmente no país, informa o jornal El Heraldo.hn. Eles haviam alugado uma casa no bairro Cristo Rey, na cidade de Guaiamaca. São bate-paus do orelhudo Daniel Ortega e estão lá para participar dos protestos em favor de Manuel Zelaya. A polícia chegou aos valentes por causa da denúncia anônima de moradores. Além de nicaragüenses, já foram presos, no país, colombianos, venezuelanos e salvadorenhos. O Plano Caracas, coordenado por Chávez, prevê criar uma convulsão em Honduras e provocar um massacre de civis.

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Por Reinaldo Azevedo

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