2009-07-23

TERRORISTAS BOLIVARIANOS E LULA, FARINHAS DO MESMO SACO?

ISTO É UM PARTIDÁRIO DE ZELAYA. É A DEMOCRACIA DE BARACK HUSSEIN, CHÁVEZ E INSULZA

quinta-feira, 23 de julho de 2009 | 17:02

A canalha de Zelaya reage assim à Macha dos Cem Mil em defesa da paz e contra a volta do candidato a ditador

Acima, um partidário de Zelaya demonstra, numa rua de Tegucigalpa, o que entende por democracia… É só um escudeiro de Chávez e do candidato a ditador que foi deposto (Foto: El Heraldo.hn)

Um dia depois da Marcha dos Cem Mil de Honduras contra a volta de Manuel Zelaya ao país, partidários do ex-presidente paralisaram estradas e hospitais do Instituto HondurenHo de Seguro Social (IHSS) — é o SUS deles — e também setores do Hospital Escola. As consultas e as cirurgias foram suspensas, punindo, evidentemente, a população pobre.

As escolas públicas também amanheceram tomadas pelos sindicalistas, informa o jornal El Heraldo.hn, que, no início da semana, haviam anunciado a greve para quarta ou quinta. A obstrução das estradas se dá em vários pontos do país. Entre eles, está a saída de Tegucigalpa até o norte de Honduras, onde militantes da Confederação Unitária de Trabalhadores, a Central Geral de Trabalhadores e a Confederação dos Trabalhadores de Honduras mantêm paralisado o tráfego.

Tais ações são parte do Plano Caracas, criado por Chávez e anunciado por Zelaya, para levar o país ao confronto, o que, imaginam, facilitaria a volta ao país do candidato a ditador. A ordem dos dois delinqüentes é partir para o confronto com as Forças Armadas. Chávez quer o maior número possível de vítimas para caracterizar o governo provisório de Honduras como uma ditadura.

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Por Reinaldo Azevedo

A ÚLTIMA DE LUIZ INÁCIO BECCARIA LULA DA SILVA

quinta-feira, 23 de julho de 2009 | 16:38

“Não se pode vender tudo como se fosse um crime de morte. Precisamos saber o tamanho do crime. Uma coisa é você matar, outra é roubar, outra é pedir emprego, outra coisa é relação de influência, outra é lobby”.

Esse é Luiz Inácio Beccaria Lula da Silva reescrevendo, numa entrevista à rádio Globo, o clássico “Dos Delitos e das Penas”. Ele está, com vocês supõem, a defender o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), é claro. É incrível o estoque de saídas retóricas de que dispõe o nosso supremo mandatário quando se trata de justificar as falcatruas de seus aliados. Convenham, né? Isso nem é novo. Não nos esquecemos de que Lula pertence ao partido que chamou caixa dois e dinheiro ilegal de campanha de “recursos não-contabilizados”.

Agora, Luiz Inácio Beccaria Lula da Silva inventa também uma espécie de moral não-contabilizada para justificar crimes contra o erário.

Uma das características mais evidentes do petismo, no governo ou na oposição, é processar bugalho como se fosse alho, tentando enganar — e, muitas vezes, conseguindo — a opinião pública. Ora, é claro que há uma escala de crimes, não é mesmo? De fato, arrumar, por meio de um ato secreto, um empreguinho para o namorado da neta ou fazer lobby no Judiciário ou no Executivo em benefício dos negócios familiares NÃO É A MESMA COISA QUE MATAR. Aliás, só matar é igual a matar. E olhem lá… As circunstâncias tornam diferentes os mesmos atos. Lula é useiro e vezeiro em comparações e metáforas toscas, mas sabemos que as coisas só são iguais a si mesmas.

O que podemos e devemos fazer, aí sim, é encontrar correspondências. Eu diria que o governante ou político eleito que usa a coisa pública como se fosse sua está praticando o que, nas relações não-estatias, é ROUBO. O governante ou político que, assim procedendo, estava investido da função de conter ou punir mo crime, bem, esse pratica o topo da ação criminosa, o que, na vida não-estatal é ASSASSINATO.

Então, o entendimento que Beccaria Lula da Silva tem dos delitos e das penas é, obviamente, equivocado. Ele não está sendo parcimonioso, mas licencioso; não está pedindo moderado, mas impunidade.

Como sempre!

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Por Reinaldo Azevedo

EIS AQUI: ISTO É UMA DEMOCRACIA

quinta-feira, 23 de julho de 2009 | 15:58

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Não é democracia o que querem em Honduras? Não é isso o que diz querer Barack Hussein? Não é isso o que diz querer a OEA? Não é isso o que diz querer o Brasil? Não é isso o que diz querer Chávez? Não, Chávez nem tenta fingir; ele não disfarça a sua real intenção. É seu único lado, por assim dizer, honesto. Não se entrega à picaretagem intelectual de um Celso Amorim, por exemplo.

Democracia? Nada menos de 100 mil pessoas marcharam ontem contra o retorno de Manuel Zelaya. Honduras tem 7,6 milhões de habitantes. É como se, no Brasil, 2,66 milhões de pessoas se dispusessem a ir às ruas em defesa de uma causa política. Nunca houve isso por aqui. Nem perto. Nunca chegamos nem à metade. É mentira, por exemplo, que uma das machas em favor das Diretas em São Paulo tenha reunido 1 milhão de pessoas. Especialistas fizeram as contas com base da área do Vale do Anhangabaú e concluíram que não caberia lá nem a metade disso. De todo modo, aqui a coisa entrou para a galeria dos fatos heróicos. Já os hondurenhos são tratados como golpistas.

Todo mundo sabe que considero a democracia tão importante, mas tão importante, que afirmo que ela deve ser preservada até mesmo da vontade popular — a vontade como um clamor, bem entendido. Se um golpe de fato tivesse acontecido em Honduras, eu estaria a criticá-lo, contasse ou não com a simpatia popular. Mas não foi isso. É uma canalhice moral e intelectual não reconhecer que era Manuel Zelaya quem estava golpeando a Constituição. Mesmo depois que a Corte Suprema do país declarou a sua consulta ilegal, ele deu ordens aos militares que contrarivam a decisão da Justiça. Estava incitando a indisciplina e, na prática, dando um golpe de estado. EUA, UE, OEA, Brasil e outros tantos pedem a restituição de um presidente que desrespeitou a Constituição (democrática!), a Justiça e o Congresso.

Não é assim porque eu quero. É assim porque esses são os fatos.

Ora, que todos esses países e organismos enviem representantes a Honduras para saber se há ou não um país onde vige a democracia. Ora, vamos estabelecer alguns critérios para definir o que é o que não é um regime democrático e depois vamos submeter algumas nações ao teste:
1 - eleições limpas:
2 - liberdade de imprensa;
3 - liberdade de manifestação;
4 - liberdade partidária:
5 - respeito às minorias políticas.

Cuba passa no teste? Não! No entanto, Insulza, agarrado à sua delinqüência intelectual e ideológica, luta para ter a ilha de volta. A Venezuela passa? Não! No entanto, Insulza é um amigo de Chávez e ajuda o tiranete a promover a desordem em outro país. Equador passa? Não! Bolívia passa? Não! Por incrível que pareça, Honduras é aprovada. “E as eleições?” Estão marcadas. Não se alterou o calendário eleitoral, e o governo provisório aceita até antecipá-las. Ademais, a substituição de Zelaya por Roberto Micheletti é constitucional. Um presidente, naquele país e em qualquer outro, pode perder o mandato se fugir a seu juramento. Cada nação tem a sua maneira de operar a destituição: no Brasil, há um processo de impeachment; em Honduras, a destituição é automática, bastando que seja referendada pelo Justiça e pelo Congresso.

O que temos são ditadores vigaristas cercando uma República que vai às ruas em defesa da democracia.

E que se note: os hondurenhos se mobilizam também contra a transformação de seu país em mais um narcoestado, a exemplo do caminho em que estão hoje Venezuela, Equador e Bolívia. A ligação dos governos desses países com o narcotráfico é matéria de fato, não de gosto. E tudo sob as bênçãos de Barack Hussein (ver post abaixo).

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