2009-07-28

OBAMA, A FRAUDE, DIZ A QUE VEIO : LEGITIMAR O BOLIVARISMO CASTRISTA TOTALITÁRIO.

Representante, porta-voz ou “Yuri” involuntário?

terça-feira, 28 de julho de 2009 | 17:15

Barack Hussein, que está na Presidência dos Estados Unidos, segue dando uma na ferradura e a outra também. Embora apóie oficialmente o plano de Óscar Arias para a reconciliação de Honduras, decidiu endurecer com o novo governo do país e cancelou o visto diplomático de quatro pessoas ligadas ao governo de Roberto Micheletti. Entre os “punidos”, estão Tomás Arita Valle, magistrado da Corte Suprema de Justiça que emitiu a ordem de captura contra o ex-presidente Zelaya, e José Alfredo Saavedra, presidente do Congresso Nacional. Não se conhecem os outros dois nomes.

O procedimento não teria nada de excepcional uma vez que os EUA não reconhecem o governo provisório. Isso se não houvesse um processo de negociação em curso reconhecido pelos próprios americanos. E há: o Plano Arias, que ainda está sendo avaliado pelas instituições hondurenhos. Quem não reconhece mais a negociação é… Manuel Zelaya! Não contente em congelar as contas de Honduras, os EUA acenam com esse cancelamento - em si, uma bobagem -, mas que serve para estimular a retórica vagabunda do “resistente” Zelaya. E o que disse o delinqüente pançudo de bigode tingido, que, na Nicarágua, continua a incentivar a insurreição, contrariando uma penca de leis nacionais (nicaragüenses) e internacionais? “Estamos recebendo vitórias de Deus e do povo, enquanto eles estão recebendo derrotas”. O “povo”, eu imagino quem seja. O “deus” seria Barack Hussein?

Na entrevista coletiva diária, o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Ian Kelly, justificou a suspensão dos vistos: “Não reconhecemos Roberto Micheletti como presidente de Honduras, mas Manuel Zelaya. De acordo com essa política de não-reconhecimento, decidimos revogar os vistos do tipo A de quatro pessoas que são membros do regime”. Kelly reiterou o apoio dos EUA ao plano de Arias.

Ontem e anteontem, Hillary Clinton, a secretária de Estado dos EUA, havia censurado a tentativa de Zelaya de voltar a Honduras fora de um processo de negociação. Hoje, aplica uma nova punição, ainda que simbólica, ao novo governo.É a lógica Barack Hussein de tentar andar pelo meio. Quando a coisa aperta, no entanto, ele sempre pula do lado errado, do lado historicamente contrário aos EUA e ao Ocidente. É por isso que Barack Hussein é amado por todos os que odeiam a América.

Eles vêem nele o seu representante, o seu porta-voz ou até mesmo o seu Yuri (*) involuntário.

(*)Dica - Filme No Way Out (Sem Saída), de Roger Donaldson, com Kevin Costner, Gene Hackman, Sean Young e Will Patton

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