2009-07-22

OBAMA É COMUNISTA



terça-feira, 21 de julho de 2009 19:17

Manuel Zelaya, o delinqüente golpista que todo o mundo, menos os hondurenhos, quer ver reinstalado no poder, deu como “iniciada” a guerra civil no país. Afirmou que o “sangue já está correndo”. A imprensa no país não enfrenta nenhuma censura, e há vários correspondentes estrangeiros por lá. Até a Kruspskaia sabe de tudo. Refiro-me à correspondente da CNN (Chávez News Network), não à mulher de Lênin — se bem que, nesse caso, dá na mesma. Ninguém ainda viu conflito nenhum. Não há prisioneiros políticos no país. A cadeia está cheia de presos políticos em Cuba, o regime hoje apoiado por boa parte da canalha que quer Zelaya de volta.
O bandoleiro disse que volta amanhã — não sabe se por terra, água ou ar. Está na Nicarágua de Daniel Ortega (que também tenta mudar a lei para permanecer no poder) e, de lá, incita a revolta. AO DECLARAR QUE A GUERRA CIVIL JÁ COMEÇOU, ESTÁ APENAS CUMPRINDO O PLANO CARACAS, IMAGINADO POR CHÁVEZ, DENUNCIADO PELA IMPRENSA HONDURENHA E NOTICIADO NA IMPRENSA BRASILEIRA, PELA PRIMEIRA VEZ, NESTE BLOG.
Chávez planeja um derramamento de sangue de grandes proporções. Sabe que todas as instituições hondurenhas estão em funcionamento, de acordo com a Constituição democrática do país. É preciso insuflar os bate-paus do bolivarianismo contra os militares e a polícia. Segundo o plano, estrangeiros que estão no país, oriundos especialmente da Nicarágua e da Venezuela, se encarregarão de fazer vítimas entre os próprios apoiadores de Zelaya. Mais de cem já foram presos. Imaginem quantos estão soltos.
Os principais responsáveis pelas eventuais mortes que venham a ocorrer em Honduras são Hugo Chávez, os demais bolivarianos, a OEA, o Brasil e, acima de todos eles, Barack Hussein. Num texto da madrugada, direi por que este senhor, há tão pouco tempo no poder, já é irredimível. Passo a alimentar a esperança de que os EUA se dêem conta da bobagem que fizeram. E que ele não tenha mais do que quatro anos de mandato. Se chegar a oito, a principal âncora das democracias ocidentais estará de joelhos para ditaduras maiores e menores. Barack Hussein é mais fraco, confuso e perigoso do que se poderia supor. Mas isso fica para depois.
É impressionante que os dois principais promotores da volta de Zelaya sejam justamente Chávez — que acaba de pôr um inimigo pessoal em prisão domiciliar e de destituir uma juíza de cuja decisão discordou (vejam que Judiciário independente) — e Daniel Ortega, que está em plena manobra continuísta e conduz um dos governos mais corruptos da Terra. Os outros grandes militantes da causa são Rafael Correa, do Equador, eleito com dinheiro das Farc, e Evo Morales, da Bolívia, que decidiu criar uma nova área de plantação de coca no país, agora na fronteira com o Brasil.
Hillary Clinton, que está longe de ser a minha pensadora predileta, não tem o grau de delinqüência teórica de Obama e seus ginasianos. Procurou se manter um tanto eqüidistante dos dois pólos do conflito. E olhem que já era uma posição covarde — já que o pólo do chamado “governo de fato” está com a Constituição do país. Mas Obama a tirou do equilíbrio e alinhou os EUA com os bolivarianos.
O golpe de Chávez está prestes a se consumar. Notem: a ação de Zelays era só um golpe chavista, alinhado com as teses de Chávez. Agora, não! O tirano almeja a sua primeira intervenção física de fato bem sucedida de sua carreira de delinqüente internacional.
A guerra civilComo já escrevi aqui, se zelaya for reempossado, mas não levar adiante a sua idéia de reforma da Constituição, conforme prevê a proposta de Oscar Arias, Chávez será derrotado do mesmo jeito. Eles precisam de uma banho de sangue para que, se reempossado, Zelaya possa esmagar a oposição e fazer de Honduras mais um satélite do chavismo. Sob as bênçãos de Barack Hussein.

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