2009-06-14

SOCIALISTAS PERDEM FEIO NA EUROPA

VEJA 2 - Diogo Mainardi: “Eugh!”

sábado, 13 de junho de 2009 | 6:06

“Agora há menos socialistas na Europa do que na assessoria de imprensa da Petrobras. Os imigrantes beijam, tocam e cutucam a unha do pé. Os europeus fizeram uma escolha. Entre os socialistas, que acolhem os estrangeiros, e os direitistas, que prometem mandá-los embora, eles preferiram os direitistas”

Um dos concorrentes do Big Brother do Reino Unido é nosso - é do Brasil. Os redatores do programa o caracterizaram da seguinte maneira:

“Ele abraça! Ele beija! Ele toca! É um fato cultural. Ao menos é o que ele diz…”.

Além de beijar e de tocar, Rodrigo Lopes - esse é seu nome - também sonha em ficar preso no elevador com a rainha Elizabeth, tira meleca do nariz e cutuca a unha do pé. Comentário enojado dos redatores do Big Brother:

“Eugh!”.

Como foi que ele, Rodrigo Lopes, acarinhando um, molestando o outro, tirando meleca do nariz e cutucando a unha do pé, acabou com o socialismo na Europa? Aconteceu de uma hora para a outra. A Europa tolerante, a Europa miscigenada, a Europa tomada por imigrantes de todas as partes, decidiu se fechar. Rodrigo Lopes é só um dos concorrentes estrangeiros do Big Brother do Reino Unido. Há também uma cantora russa, um estudante indiano, um estilista iraniano. Os ingleses, os franceses, os espanhóis, os italianos, os holandeses olharam essa gente toda e disseram:

“Eugh!”. Aqui

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Por Reinaldo Azevedo

VEJA 3 - Na Europa, o papo de crise do liberalismo não colou…

sábado, 13 de junho de 2009 | 6:05

Por Thomaz Favaro:
As eleições para o Parlamento da União Europeia são marcadas pela predominância dos temas de interesse nacional, o que torna difícil interpretar seus resultados. Na votação da semana passada, no entanto, os eleitores deram um sinal uníssono e inequívoco: a vitória esmagadora da direita. Os políticos de esquerda, quer no governo, quer na oposição, não conseguiram aproveitar a oportunidade criada por uma crise econômica que parece ter sido feita sob medida para os críticos do liberalismo. A história se repetiu na maioria dos países do bloco: o eleitorado votou nos conservadores, que conquistaram 264 das 736 cadeiras do Parlamento, e os partidos socialistas e social-democratas amargaram derrotas históricas. O Partido Trabalhista da Inglaterra, com a reputação manchada pela farra com dinheiro público promovida por parlamentares, ficou em terceiro lugar - derrota que quase custou a cabeça do primeiro-ministro Gordon Brown. Aqui

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