2009-06-27

FUNK CARIOCA E A DECADÊNCIA GERAL


http://leandrodiniz.blogspot.com/

"Direito E Cultura Popular:
O Batidão Do Funk Carioca No Ordenamento Jurídico"

uma realidade demonstrada.

Observação: O texto que vai abaixo se refere aos trechos de Agradecimentos e Introdução do trabalho “acadêmico” Direito E Cultura Popular: O Batidão Do Funk Carioca No Ordenamento Jurídico. Os números entre parênteses ao longo do texto se referem às marcações feitas no próprio trabalho, que é reproduzido depois do fim do meu texto. Peço ao leitor para sempre se referir ao número, e consequentemente ao texto, depois de passar pela minha explanação. Se quiser o leitor pode ler o meu texto completo antes de se referir ao trabalho, mas acho que isso tirará muito da compreensão imediata da coisa. Fica a cargo do leitor como proceder.



Como venho dizendo, ao longo de todos os meus últimos posts, a função da linguagem, e conseqüentemente a consciência, ou seja, a racionalidade e o contato com o mundo real foram perdidos. Tudo a que se presta atualmente é um quid pro quo dos diabos. Se antes a função dos acadêmicos era compreender a realidade baseados no ferramental erigido pelas ciências sociais ao longo dos séculos (mesmo que esse ferramental ou trabalhos não tenham sido chamados de ciências sociais, mas é que hoje o termo parece abranger qualquer coisa que se escreva sobre qualquer tema que não possa ser classificado de “exatas”), atualmente a função do acadêmico brasileiro é prestar contas ou massagear seu ego com as mais discrepantes produções, com os mais variados desvios.

Eu nada ia escrever sobre essa deformidade que vai abaixo. Mas por um acaso um amigo meu é conhecido, ou estudou junto com o produtor dessa mixórdia. Eu havia parado a leitura de tal trabalho nos Agradecimentos. Mas como esse amigo meu falou que essa produção estava sendo elogiada (coisa que já me deixou mais desconfiado ainda) eu resolvi prosseguir a leitura. Pelos motivos óbvios mostrados abaixo eu parei no final da Introdução e tenho a certeza de que tudo o que vai escrito além dela pode ser queimado devidamente em um dia frio para acender uma lareira sem prejuízo algum para o conhecimento humano.

Eu tive a paciência de ler os Agradecimentos e a Introdução, enumerei alguns trechos em negrito para melhor ficar a explanação, ou o simples destrinchar do texto. Já que as pessoas não sabem mais ler, o trabalho daquele que entende minimamente da coisa deve ser o de mostrar aos que já vão viciados e cheios de cacoetes mentais, a que realmente se refere um escrito. É muito a contragosto que faço isso, mas alguém precisa fazer, pois se um trabalho como esse está sendo elogiado, é porque a queda se aproxima do fundo do poço. Mas antes de começar efetivamente a destruir analisar o pequeno trecho do seguinte trabalho, devo esclarecer algumas coisinhas para que o público, ou meus 4 leitores, consigam perceber a profundidade dos comentários que farei, pois eles certamente soarão superficiais ou “radicais” para todos aqueles que acham que tudo é válido.

Como eu tenho mostrado, estamos em uma época de decadência intelectual sem igual. Quando eu falo isso, não pego para mim o fato de ser o detentor desse conhecimento, nem o autor dessa idéia, mas depois de ler exaustivamente sobre o assunto percebe-se que isso não pode deixar de ser verdade. Uma vez estruturada a idéia é fácil colher exemplos no dia a dia que a comprovem exaustivamente. Aliás, essa é justamente a diferença entre aquele que elabora e esclarece e eu, que uma vez detentor das idéias elaboradas e esclarecedoras, faz um esforço desgraçado para introjetar a idéia de maneira decente para que ela faça parte do ferramental intelectual que possuo

PARA LE MAIS CLICK NO TÍTULO ACIMA

Nenhum comentário: