2009-04-11

Nunca antes nestepaiz... Lula: tombo de R$ 5 bilhões no BB em dois dias

Nunca antes nestepaiz... Lula: tombo de R$ 5 bilhões no BB em dois dias
Excelente a reportagem no Globo de hoje, que é manchete do jornal, evidenciando que o Banco do Brasil perdeu, em valor de mercado, mais de R$ 5 bilhões em dois dias. Obra de Lula e da destrambelhada intervenção na direção do banco. Segue uma síntese da reportagem, que está no Globo Online:
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A ingerência política sobre o Banco do Brasil (BB) já custou R$ 5,211 bilhões em valor de mercado à instituição em apenas dois dias. Essa é a desvalorização do BB na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) - considerando o preço de todas as suas ações - depois que o governo trocou Antonio Lima Neto por Aldemir Bendine na presidência do banco , com o intuito de forçar a queda do spread (diferença entre o custo de captação e os juros cobrados nos empréstimos).
Como mostra reportagem publicada neste sábado no Globo, na terça-feira, os acionistas do BB foram dormir com papéis de um banco que valia R$ 48,491 bilhões. Na quinta-feira, depois de uma queda acumulada das ações de 10,75% em dois dias (de 8,15% na quarta e mais 2,82% na quinta-feira), o banco passou a valer R$ 43,280 bilhões. No mesmo período, a Bolsa subiu 3,91% pelo Índice Bovespa (Ibovespa).
Para analistas, as ações do BB sofreram um baque irreversível: mesmo que recuperem o que perderam nos últimos dias, serão por muito tempo avaliadas com um "desconto" maior frente a seus concorrentes. Isso já ocorre com a Petrobras em relação a similares estrangeiras.
Para Álvaro Bandeira, economista-chefe da corretora Ágora, o caso é mais gritante pelo fato de o BB fazer parte do Novo Mercado da Bolsa, segmento de companhias com relações mais transparentes com os acionistas. E a empresa deve se pautar pela competitividade, para dar retorno ao investidor, afirmou.

Tia Cê comenta: enquanto isso Dilma se reune secretamente com MST

Dilma vai fazer reunião "secreta" com o MST


Por Eduardo Scolese, na Folha:
O Palácio do Planalto decidiu se mexer para tentar amenizar a resistência dos movimentos sociais com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), principal nome petista para a sucessão presidencial de 2010.
O ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) foi escalado para organizar uma reunião informal e secreta da ministra com líderes desses movimentos, em especial dos sem-terra. Os primeiros contatos já foram feitos, mas ainda não há data acertada.

Outra determinação palaciana partiu para Rolf Hackbart, presidente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). A estratégia é que ele monte uma agenda "com a cara da ministra" nos assentamentos de reforma agrária pelo país afora.

Um dos principais entraves à ministra está no MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), por isso essa agenda nos assentamentos será planejada de forma que ela consiga fugir do discurso de metas, acampamentos, violência no campo e desapropriações e possa ficar mais à vontade para falar sobre projetos de irrigação e inaugurações do programa Luz para Todos.

A resistência dos movimentos à ministra não é nova. Ela é vista por eles como defensora de um modelo de desenvolvimento próximo ao que pensa o agronegócio, supostamente sem preocupação ambiental e com simpatia à entrada de empresas estrangeiras no país.
Por conta das hidrelétricas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), Dilma é mal vista no MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens). J

Já no MST é rotulada como uma "desconhecida" que se apega em sua história pessoal, mas não busca o diálogo com os movimentos.
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